Os Estados Unidos, no mundo globalizado e mundializado, faz as vezes de órgão controlaor social. Munidos de sua grande potência econômica e de poder absoluto, principalmente perante aos países inferiores à sua potência, fazem com que a hegemonia econômica garanta que os demais se igualem não apenas ideologicamente, mas também politicamente. Todas as vidas são dirigidas e vigiadas segundo princípios desconhecidos. Daí origina-se grande parte do conflito presenciado poe nós hoje. Antes de qualquer julgamento sobre atos terroristas e bombardeios, devemos analisar o que está acontecendo e nos posicionarmos perante os fatos.
Desde a teoria do centralismo e imperialismo culturais, a idéia de cultura era tida como centralidade, algo próprio de um povo. Os Estados Unidos, ao contrário, vêem a si e aos outros como uma grande massa onde todos devem imitá-los, mas nunca superá-los. Todos os sentidos de realidade coletiva da nossa aldeia global são ditados por eles. De lá importamos todas as noções, até mesmo de oposição. Assim como possuem a indústria da cultura, os EUA também possuem a da contra-cultura. Vemos que o conceito de que cada cultura possuiria um núcleo central intacto perdeu-se no tempo.
Cada povo, cada aldeia, país, segmento religioso é fundamentado em paradigmas sustentados por ideais. Estes mesmos ideais seja em que tempo for, fazem parte da história mundial. Com os conflitos que estamos presenciando desde o 11 de setembro, vemos como estes ideais estão sendo tratados, no universo em que estamos vivendo em que não parece haver mais espaço para aqueles que não se adaptam ao mundo globalizado. A indústria da cultura não permite espaços para aqueles que não se inseriram nos parâmetros atuais.
Temos então por conseqüência um mundo nada justo para aqueles que têm, como fundamento básico de vida, sua cultura. Os resultados podemos ver a cada dia, com as exclusões banais, a falta de bom senso e a coletividade levada inconseqüentemente às vias de fato. A barbárie, o desapego físico e a inimizade parecem ser as palavras de ordem neste "novo velho mundo".
Assim, não sabemos que mundo deixaremos aos que virão. E nesta nova era, onde a globalização e a mundialização deveriam estar inseridos de forma saudável em nossas vidas, vemos o mundo nas mãos de quem as utiliza para padronizar uma nação.
segunda-feira, setembro 27, 2004
sexta-feira, setembro 17, 2004
É ruim mas é bom!
Cometi um crime ontem de noite. Não, na verdade vários. Mas adoro este gostinho...
Primeiro peguei a cebola, e a liquidei em mil pedacinhos... Depois alho, carne moída, muito tempero. Quando pronto, com todo o cuidado, intercalei aquela mistura com queijo lanche, prato, processado, molho branco e massa. Após 20 minutos, aquela mistura virou uma lasanha deliciosa que meu amor e eu devoramos em menos de 20 minutos. E fui dormir parecendo um jabuti invertido, me sentindo a legítima Snoopy. Mas criminosa.
Primeiro peguei a cebola, e a liquidei em mil pedacinhos... Depois alho, carne moída, muito tempero. Quando pronto, com todo o cuidado, intercalei aquela mistura com queijo lanche, prato, processado, molho branco e massa. Após 20 minutos, aquela mistura virou uma lasanha deliciosa que meu amor e eu devoramos em menos de 20 minutos. E fui dormir parecendo um jabuti invertido, me sentindo a legítima Snoopy. Mas criminosa.
Amém!
Bem-vindo, meu amor! Obrigada por atender aos meus pedidos e iluminar meu quarto hoje de manhã e me aquecer enquanto vinha para o trabalho. Realmente não sei viver sem você, caro SOL!!!
Fecho esta semana com chave de ouro! Um sol maravilhoso, boas energias, um final de semana de 3 dias pela frente!
Mas, por favor, não me diga que vai pra praia. Senão meu teatro para enganar meu mau humor vai por água abaixo...
Fecho esta semana com chave de ouro! Um sol maravilhoso, boas energias, um final de semana de 3 dias pela frente!
Mas, por favor, não me diga que vai pra praia. Senão meu teatro para enganar meu mau humor vai por água abaixo...
quarta-feira, setembro 15, 2004
Para pensar
Frase da semana de um menino de 12 anos que passa por sérias dificuldades financeiras em casa e precisa almoçar fora por causa do colégio:
- "Que bom comer bastante, porque não posso gastar mais do que R$5,00 no almoço e fico controlando pra não me servir demais.. E com a água junto, porque refrigerante está muito caro".
Frase de uma mulher de 23 anos embasbacada com o que acabara de ouvir:
- ...
- "Que bom comer bastante, porque não posso gastar mais do que R$5,00 no almoço e fico controlando pra não me servir demais.. E com a água junto, porque refrigerante está muito caro".
Frase de uma mulher de 23 anos embasbacada com o que acabara de ouvir:
- ...
E a chuva, hein?!
Coach. E de coachar, mesmo. Não agüento mais esta chuva, não consigo lavar roupa, limpar minha casa nem ver o sol, o único ser nesta terra que não sei viver sem.
Mas uma coisa é inacreditável, nisso tudo: São Pedro me ama. É impossível de crer que, nestes cinco dias de chuva, eu não tenha usado um guarda-chuva sequer e muito menos tomado um banho de chuva: descobri que minha linda sombrinha carésima estava dentro do carro.
Mas uma coisa é inacreditável, nisso tudo: São Pedro me ama. É impossível de crer que, nestes cinco dias de chuva, eu não tenha usado um guarda-chuva sequer e muito menos tomado um banho de chuva: descobri que minha linda sombrinha carésima estava dentro do carro.
terça-feira, setembro 14, 2004
Promessa cumprida
Achei minha vontade embaixo da cama. Junto com alguns sapatos que mandei para o sapateiro. Estamos renovados! Basta saber quem estave empacando quem...
sábado, setembro 11, 2004
Paixão
Na verdade abri este post sem saber ao certo o que gostaria de escrever. Estou numa fase em que diversas idéias vêm à minha mente, mas os pensamentos estão desencontrados e, por vezes, vazios. Sei das inúmeras coisas que tenho para fazer, mas a inércia ou a falta de coragem me mantêm estagnada onde estou, sem velocidade para me mexer, sem tesão para lutar pelas coisas que preciso fazer, como na maioria das vezes fiz (suspiro)...
Sei o que preciso fazer e talvez esta consciência me mantenha ainda mais ansiosa, o que não contribui para que isto se transforme em energia. Relendo o que escrevi até então piora a situação: acabo de dizer que sei de muita coisa... e saber sem realizar deteriora minhas boas intenções. Contudo espero que a próxima segunda feira venha regada de uma energia renovada, um estímulo interno maravilhoso e um olhar diferente para minha rotina. Escrevi certa vez que uma das minhas qualidades é empreender muita paixão em tudo o que faço. Não sei agir sem esta paixão que resulta em pensamentos claros, criativos, soluções rápidas e perspectivas inimagináveis. Preciso resgatá-la. E vou buscá-la, sei que vou. Me aguardem!
Sei o que preciso fazer e talvez esta consciência me mantenha ainda mais ansiosa, o que não contribui para que isto se transforme em energia. Relendo o que escrevi até então piora a situação: acabo de dizer que sei de muita coisa... e saber sem realizar deteriora minhas boas intenções. Contudo espero que a próxima segunda feira venha regada de uma energia renovada, um estímulo interno maravilhoso e um olhar diferente para minha rotina. Escrevi certa vez que uma das minhas qualidades é empreender muita paixão em tudo o que faço. Não sei agir sem esta paixão que resulta em pensamentos claros, criativos, soluções rápidas e perspectivas inimagináveis. Preciso resgatá-la. E vou buscá-la, sei que vou. Me aguardem!
sexta-feira, setembro 03, 2004
Queria fazer
Neste exato instante trocaria meu trabalho por inúmeras coisas que amo fazer e, há muito tempo, não tenho feito mais. Adoraria rever pela milionésima vez cada fita da minha coleção de desenhos do Walt Disney e cantar todas as músicas com a Bela, a Cinderela, Bela Adormecida, Ariel, Pocahontas, Gastão, Branca de Neve, nossa... cada personagem e suas músicas refletem, num certo momento da minha vida, exatamente o que estou sentindo. Hoje, sou Pocahontas.
Tenho vontade de pôr minhas sapatilhas, deixadas de lado há dois anos atrás, e sentir a dor da satisfação, as bolhas no pé, a música clássica amiga íntima durante 16 anos... A concentraçao máxima, abdomen contraído, ombros e quadril encaixados, joelho esticado, cabeça posicionada... e todo o corpo e a mente centrados, compassados, para não cair no chão. Sinto falta deste centro, hoje em dia, para tantas decisões.
Bate uma saudade da época em que lavar a louça era diversão, pôr a mesa do café era divertido, brincar de esconde-esconde era normal. Queria agora sair correndo e jogar pedrinhas no Guaíba, brincar na pracinha com o meu avô e reclamar do charque no feijão. Ser pentelha, mandona, um moleque.
Enfim... aí vem um feriadão e me espera um Trabalho de Conclusão e quatro dias de reclusão total no meu apartamento. Deste momento espero não ter saudade. Mas vou lembrar com um sorriso no rosto de todos estes momentos e outros ainda, porque fazem ser que sou, como sou. Me fazem Priscila, de corpo e alma. E com eles dedicarei minhas horas ao meu objetivo: publicitária e feliz.
Tenho vontade de pôr minhas sapatilhas, deixadas de lado há dois anos atrás, e sentir a dor da satisfação, as bolhas no pé, a música clássica amiga íntima durante 16 anos... A concentraçao máxima, abdomen contraído, ombros e quadril encaixados, joelho esticado, cabeça posicionada... e todo o corpo e a mente centrados, compassados, para não cair no chão. Sinto falta deste centro, hoje em dia, para tantas decisões.
Bate uma saudade da época em que lavar a louça era diversão, pôr a mesa do café era divertido, brincar de esconde-esconde era normal. Queria agora sair correndo e jogar pedrinhas no Guaíba, brincar na pracinha com o meu avô e reclamar do charque no feijão. Ser pentelha, mandona, um moleque.
Enfim... aí vem um feriadão e me espera um Trabalho de Conclusão e quatro dias de reclusão total no meu apartamento. Deste momento espero não ter saudade. Mas vou lembrar com um sorriso no rosto de todos estes momentos e outros ainda, porque fazem ser que sou, como sou. Me fazem Priscila, de corpo e alma. E com eles dedicarei minhas horas ao meu objetivo: publicitária e feliz.
quinta-feira, setembro 02, 2004
Saber esperar é uma virtude...
Enquanto espero há dois dias uma notícia que não chega nunca, e o anão-anão perturba a Dani, tenho uma britadeira dentro do estômago. Odeio esperar, odeio ficar ansiosa e angustiada. Daí não posso tomar e comer nada laranja (é verdade, pode acreditar) porque posso ter um ataque alérgico e morrer em cinco minutos. Claro que, nestas horas, vou abrir a geladeira e as mangas, fantas, clights, vão pular para a minha mão. Mas agora começou a chover, ou melhor, desabar o mundo e estou sem guarda-chuva. Acabei de lembrar que tenho que atravessar a cidade a pé. Tudo bem, assim acabo afogando as minhas mágoas... e quem sabe estrago a britadeira e posso tomar suco de laranja no almoço!
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