Acesso a excelência em saúde pública deveria ser um direito inquestionável de todo o cidadão. Esta frase é recorrente e acredito que seja pensamento unânime entre os brasileiros. Mas está a uma longa distância da realidade do país em que estamos. Se falarmos então que a saúde preventiva é um terço mais barata que a curativa, chegaríamos a uma conclusão ainda mais óbvia, mas continuamos ainda a largos passos do ideal. E quando falamos em idealismo, vários setores dos direitos humanos estão absolutamente falhos no Brasil.
Não quero aqui discursar sobre o tanto que falta para atingirmos ao menos um padrão digno para a população. Nem quais seriam as soluções, pois entraríamos num campo que vai desde a corrupção até honras políticas. Não falta de recursos, pois somos o país que mais paga impostos no mundo. Quero expressar o quanto senti na pele a humilhação de precisar do sistema único de saúde. Do quanto somos vítimas de um sistema falho.
Durante mais de uma década estive protegida por excelente plano de saúde. Nos dois últimos meses, por problemas maiores, estou sem a proteção (ah, e que proteção!) de um. O que me fez na sexta-feira, quando meu corpo não me permitiu mais esperar ou que não seria possível curar o problema sozinho, procurar pelos serviços da rede pública de saúde. Vergonhosamente ou não, não sabia nem por onde começar. Tive que pegar a lista telefônica e ligar para os hospitais primeiro para detectar que, se não tivesse 300 reais sobrando - que não tinha, teria que enfrentar longas filas nos postos de atendimento. E lá fui eu. Primeiro, num posto de saúde.
E me senti mal ali. Não por "ai, ela é muito nobre, não se mistura", mas me senti invadindo, tomando o lugar de quem poderia estar precisando mais do que eu. Apesar de ter a mesma necessidade. Senti desconforto por ter chegado de carro, o que de ônibus seria bem longe. Senti vergonha pelas minhas roupas, pelo modelo de celular que carregava dentro daquela bolsa, pelos óculos escuros, até pelo diploma. Enquanto que eu era invisível para as pessoas que estavam a minha volta. Mas minha própria presença me incomodava. E muito.
Consultei. Se demorou cinco minutos, fui muito. Porque eles chamavam por grupos 8, 10 pessoas. O médico não tem tempo. Mandou fazer um exame e aplicarem medicação na veia. Não preciso dizer que o local cheirava mal. Fui atrás para fazer o exame. Faltou um carimbo. Voltei ao posto. Voltei ao hospital. Fiz o exame. Esperei ficar pronto. Voltei ao hospital. Peguei o resultado. Voltei ao posto. Do início do processo ao final, 10 horas de espera. E muita dor. E muitos quilômetros rodados. Céus, e quem não tem carro? Bem, um médico ruim, falando que precisava de uma ecografia, que pelo SUS leva 02 semanas no mínimo, e um remédio pra dor. Nada pra curar. Só pra mascarar. Ótimo, assim continuo impacando o sistema.
Pra resumir, no sábado não agüentei mais o desespero da dor, que nem o remédio conseguiu mascarar. Tive que recorrer à carteira, porque não tenho direito a ser curada gratuitamente. E como resultado disso, demorarei mais ainda para ficar boa, com o risco dos meus rins ficarem prejudicados.
Concluindo, tiro a melhor lição: preciso me curar e viver para mudar tudo isso.
segunda-feira, maio 30, 2005
quinta-feira, maio 26, 2005
Querer
Não basta saber o que se quer. Tem que se fazer por isso, tem que ir atrás, tem que merecer. Assistindo a uma palestra ontem, vi materializado num trabalho e na pessoa que estava ali na frente, exatamente onde quero chegar. estabeleci isso como meta no dia 31 de dezembro, quando escrevi minha cartinha pra mim mesma, que será aberta no último dia deste ano.
Ver meu sonho ali, na minha frente, só me fez muito bem. Porque me motiva para que eu chegue lá o mais rápido possível e o desafio torna-se maior. Como sou movida a desafios, senti uma carga de energia positiva tomar conta de mim. Sei o que quero e como conseguir. E isso é um grande passo, eu sei disso. Porque o caminho já comecei a trilhar. Basta me munir de muito conhecimento e experiência.
Estou com um probleminha nos rins, o que tem me gerado dor física. Um livro que fala sobre a linguagem do corpo, porque acredito que as doenças refletem exatamente como estamos mentalmente, diz o seguinte:
"Rins são o filtro das emoções em relação ao futuro. As pessoas que se sentem inseguras quanto ao futuro e temem naufragar nas passagens da vida entregam-se a pensamentos tensos provocandos dores agudas nos rins. O medo do futuro, retido em seu coração, reterá também a água do seu corpo, que simboliza o fluxo da energia vital. As críticas que você faz são geradas por sua própria insgurança. Portanto, procure olhar os problemas como forma de aprendizagem e não como injustiças contra você.
Ver meu sonho ali, na minha frente, só me fez muito bem. Porque me motiva para que eu chegue lá o mais rápido possível e o desafio torna-se maior. Como sou movida a desafios, senti uma carga de energia positiva tomar conta de mim. Sei o que quero e como conseguir. E isso é um grande passo, eu sei disso. Porque o caminho já comecei a trilhar. Basta me munir de muito conhecimento e experiência.
Estou com um probleminha nos rins, o que tem me gerado dor física. Um livro que fala sobre a linguagem do corpo, porque acredito que as doenças refletem exatamente como estamos mentalmente, diz o seguinte:
"Rins são o filtro das emoções em relação ao futuro. As pessoas que se sentem inseguras quanto ao futuro e temem naufragar nas passagens da vida entregam-se a pensamentos tensos provocandos dores agudas nos rins. O medo do futuro, retido em seu coração, reterá também a água do seu corpo, que simboliza o fluxo da energia vital. As críticas que você faz são geradas por sua própria insgurança. Portanto, procure olhar os problemas como forma de aprendizagem e não como injustiças contra você.
Enquanto você estiver se defendendo mentalmente contra esse tipo de medo, os fatos continuarão a acontecer, como se você fosse perseguido pelo azar. Destrua as expectativas que você criou sobre algumas pessoas e sobre a vida. Pare de esperar que os outros o entendam e deixe de viver limitações. Vá em frente com sua garra e não se preocupe se será ou não amado. Quanto mais você esperar reconhecimento, mais sofrerá decepções e mágoas, pois ninguém é obrigado a reconhecer os valores que você pessoalmente acredita serem bons. Cada um tem sua verdade. Carregue a sua sem guerras. Apenas leve-a no coração para servi-lhe de guia em seu caminho. Relaxe! O mundo é de todos!"
Impressionante. Tudo o que passei nos últimos dias e o que sou, minha cobrança em relação às minhas falhas, meu complexo em relação ao erros, se me virassem do avesso, encontrariam estas palavras aí em cima.
Bem, mas voltando ao início, estou ainda mais fortalecida e certa de onde vou chegar. Inclusive trabalhando hoje, feriado, mas faz parte... Um lindo sol brilha lá fora, e o solzinho dentro de mim, com a chama da vontade, também. Então, apesar da dor, estou iluminada. Por todos os lados. Vice e verso.
Impressionante. Tudo o que passei nos últimos dias e o que sou, minha cobrança em relação às minhas falhas, meu complexo em relação ao erros, se me virassem do avesso, encontrariam estas palavras aí em cima.
Bem, mas voltando ao início, estou ainda mais fortalecida e certa de onde vou chegar. Inclusive trabalhando hoje, feriado, mas faz parte... Um lindo sol brilha lá fora, e o solzinho dentro de mim, com a chama da vontade, também. Então, apesar da dor, estou iluminada. Por todos os lados. Vice e verso.
terça-feira, maio 24, 2005
A história de amor de Romeu e Julieta
"Sabem porque Romeu e Julieta são ícones do amor?
São falados e lembrados, atravessaram os séculos incólumes no tempo, se instalando no mundo de hoje como casal modelo de amor eterno?
Porque morreram e não tiveram tempo de passar pelas adversidades que os relacionamentos estão sujeitos pela vida afora.
Senão provavelmente Romeu estaria hoje com a Manoela e Julieta com o Ricardão.
Romeu nunca traiu a Julieta numa balada com uma loira linda motivado pelo impulso do álcool.
Julieta nunca ficou 5 h seguidas esperando o Romeu... ligando incessantemente para o celular dele que estava desligado.
Romeu não disse para Julieta que a amava, que ela era especial e depois sumiu por semanas.
Julieta não teve a oportunidade de mostrar para ele o quanto ficava insuportável na TPM.
Romeu não saia sexta-feira a noite para jogar futebol com os amigos e só voltava as 6 h da manhã bêbado.
Julieta não teve filhos, engordou, ficou cheia de estrias e celulite e histérica com muita coisa para fazer.
Romeu não disse para Julieta que precisava de um tempo, querendo na verdade curtir a vida e que ainda era muito novo para se envolver definitivamente com alguém.
Julieta não tinha um ex-namorado em quem ela sempre pensava ficando por horas distante, deixando Romeu com a pulga atrás da orelha.
Romeu nunca deixou de mandar flores para Julieta no Dia dos Namorados alegando estar sem dinheiro. Julieta nunca tomou um porre fenomenal e num momento de descontrole bateu na cara do Romeu no meio de um bar lotado.
Julieta nunca teve uma crise de ciúme achando que Romeu estava dando mole para uma amiga dela.
Romeu não tinha uma ex-mulher que infernizava a vida da Julieta.
Julieta nunca disse que estava com dor de cabeça e virou para o lado e dormiu.
Romeu nunca chegou para buscar a Julieta com uma camisa xadrez horrível...
Por essas e por outras que eles morreram se amando..."
São falados e lembrados, atravessaram os séculos incólumes no tempo, se instalando no mundo de hoje como casal modelo de amor eterno?
Porque morreram e não tiveram tempo de passar pelas adversidades que os relacionamentos estão sujeitos pela vida afora.
Senão provavelmente Romeu estaria hoje com a Manoela e Julieta com o Ricardão.
Romeu nunca traiu a Julieta numa balada com uma loira linda motivado pelo impulso do álcool.
Julieta nunca ficou 5 h seguidas esperando o Romeu... ligando incessantemente para o celular dele que estava desligado.
Romeu não disse para Julieta que a amava, que ela era especial e depois sumiu por semanas.
Julieta não teve a oportunidade de mostrar para ele o quanto ficava insuportável na TPM.
Romeu não saia sexta-feira a noite para jogar futebol com os amigos e só voltava as 6 h da manhã bêbado.
Julieta não teve filhos, engordou, ficou cheia de estrias e celulite e histérica com muita coisa para fazer.
Romeu não disse para Julieta que precisava de um tempo, querendo na verdade curtir a vida e que ainda era muito novo para se envolver definitivamente com alguém.
Julieta não tinha um ex-namorado em quem ela sempre pensava ficando por horas distante, deixando Romeu com a pulga atrás da orelha.
Romeu nunca deixou de mandar flores para Julieta no Dia dos Namorados alegando estar sem dinheiro. Julieta nunca tomou um porre fenomenal e num momento de descontrole bateu na cara do Romeu no meio de um bar lotado.
Julieta nunca teve uma crise de ciúme achando que Romeu estava dando mole para uma amiga dela.
Romeu não tinha uma ex-mulher que infernizava a vida da Julieta.
Julieta nunca disse que estava com dor de cabeça e virou para o lado e dormiu.
Romeu nunca chegou para buscar a Julieta com uma camisa xadrez horrível...
Por essas e por outras que eles morreram se amando..."
sexta-feira, maio 20, 2005
Mãe... no meu caso, mamãe...
Ai, mãe... se inventaram algo melhor do que isso, ainda não descobri...
Desde que decidi morar sozinha e cuidar do meu cantinho, poucas vezes dei bola a saudade que sentia e que sinto da minha mãe. E a minha, por ser tão especial, às vezes filha bebê, adolescente e uma adulta severa (com esforço), faz com que eu sinta mais do que um amor incondicional, um carinho inexplicável e uma capacidade absurda de perdoar e pedir desculpas.
A minha está comigo, sempre. E com meus 3 irmãos também. Esquece dela, faz por todos nós e não por ela (da maneira dela, aliás), meus olhos enchem de lágrimas de pensar na fortaleza desta mulher. Da ingenuidade, das trapalhadas, dos atropelos. Mas seus rasos 40 anos explicam isso. Puxa, minha mãe já fez 40... cresci com ela com 20, 30 e poucos. E finalmente chegou na tenra idade... Onde?! Na certidão de nascimento. Porque no coração e na cabeça permanece a mesma flor que desabrocha cada dia de uma maneira diferente, que pede por água em silêncio e oferece carinho sem esperar nada em troca. E o nada é nada mesmo. Porque sou um nada como filha, na maioria das vezes... E provo isso mais uma vez por demonstrar meu carinho e amor depois de receber muito. Depois de tê-la ao meu lado e contar com sua ajuda sempre tão solícita.
Mamãe. Pra mim, palavra que significa colo. De ambas as partes. Sou o cérebro, ela o coração. E juntas vamos construindo um mundo nosso, em que recebi em meu dna a parte mais doce e terna, a capacidade de doar, de perdoar, de crescer aprendendo. Minha parte bonita devo somente a ela. Que em seus lindos 40 anos sorri de uma maneira única, dela, ela, pra alguém. Quero logo crescer pra que a frase termine em pra ela. MInha doce e única mamãe...
Desde que decidi morar sozinha e cuidar do meu cantinho, poucas vezes dei bola a saudade que sentia e que sinto da minha mãe. E a minha, por ser tão especial, às vezes filha bebê, adolescente e uma adulta severa (com esforço), faz com que eu sinta mais do que um amor incondicional, um carinho inexplicável e uma capacidade absurda de perdoar e pedir desculpas.
A minha está comigo, sempre. E com meus 3 irmãos também. Esquece dela, faz por todos nós e não por ela (da maneira dela, aliás), meus olhos enchem de lágrimas de pensar na fortaleza desta mulher. Da ingenuidade, das trapalhadas, dos atropelos. Mas seus rasos 40 anos explicam isso. Puxa, minha mãe já fez 40... cresci com ela com 20, 30 e poucos. E finalmente chegou na tenra idade... Onde?! Na certidão de nascimento. Porque no coração e na cabeça permanece a mesma flor que desabrocha cada dia de uma maneira diferente, que pede por água em silêncio e oferece carinho sem esperar nada em troca. E o nada é nada mesmo. Porque sou um nada como filha, na maioria das vezes... E provo isso mais uma vez por demonstrar meu carinho e amor depois de receber muito. Depois de tê-la ao meu lado e contar com sua ajuda sempre tão solícita.
Mamãe. Pra mim, palavra que significa colo. De ambas as partes. Sou o cérebro, ela o coração. E juntas vamos construindo um mundo nosso, em que recebi em meu dna a parte mais doce e terna, a capacidade de doar, de perdoar, de crescer aprendendo. Minha parte bonita devo somente a ela. Que em seus lindos 40 anos sorri de uma maneira única, dela, ela, pra alguém. Quero logo crescer pra que a frase termine em pra ela. MInha doce e única mamãe...
quarta-feira, maio 18, 2005
Manha...
Como sou a manha em pessoa, preciso dizer que estou muuuuito dodói... gripe, febre, enjôo... blargh... e esta chuva pra ajudar!
quinta-feira, maio 12, 2005
Missão começa a ser cumprida
Ontem foi o lançamento da Rede que atendo e, felizmente, foi um sucesso. Fico feliz por isso. Discurso e tudo. Parabéns a todos da agência!!!
Escuto hoje pela manhã que dificilmente uma pessoa alia técnica e empreendedorismo comercial. Que a união de duas ou mais pessoas com estas características resultam num negócio de sucesso. Tentei me analisar e acho que sou muito mais técnica do que empreendedora. Apesar de procurar sempre ser líder e inovadora no que faço. Assim retornei a um assunto discutido com a Carol dia desses: qual é meu dom?! Constantemente paro nesta pergunta e reflito durante muito tempo... Conheço pessoas que nasceram exatamente para o que fazem, e não as enxergo fazendo outra coisa: uma é bailarina, o outro músico, a outra jornalista, um terceiro, escritor. Mas e eu? Não nasci com um dom assim, à flor da pele? Em que as pessoas olham pra mim e não me enxergam fazendo outra coisa senão aquilo que executo? Não sei... Amo o que faço e acho que preencho as expectativas... Mas poderia ter sido aeromoça como sonhava ainda criança, ou realmente ter sido bailarina (olha que eu tentei... 16 anos é um bom número), escritora quem sabe, Madre Tereza de Calcutá, sei lá! O que sei é que não consigo enxergar, apesar de realizada no que faço e da maneira que sou, um dom específico... Se alguém quiser chutar um, fique à vontade...
Escuto hoje pela manhã que dificilmente uma pessoa alia técnica e empreendedorismo comercial. Que a união de duas ou mais pessoas com estas características resultam num negócio de sucesso. Tentei me analisar e acho que sou muito mais técnica do que empreendedora. Apesar de procurar sempre ser líder e inovadora no que faço. Assim retornei a um assunto discutido com a Carol dia desses: qual é meu dom?! Constantemente paro nesta pergunta e reflito durante muito tempo... Conheço pessoas que nasceram exatamente para o que fazem, e não as enxergo fazendo outra coisa: uma é bailarina, o outro músico, a outra jornalista, um terceiro, escritor. Mas e eu? Não nasci com um dom assim, à flor da pele? Em que as pessoas olham pra mim e não me enxergam fazendo outra coisa senão aquilo que executo? Não sei... Amo o que faço e acho que preencho as expectativas... Mas poderia ter sido aeromoça como sonhava ainda criança, ou realmente ter sido bailarina (olha que eu tentei... 16 anos é um bom número), escritora quem sabe, Madre Tereza de Calcutá, sei lá! O que sei é que não consigo enxergar, apesar de realizada no que faço e da maneira que sou, um dom específico... Se alguém quiser chutar um, fique à vontade...
Afinidade
Reitero que não gostaria de publicar textos prontos. Mas continuo sem foco suficiente para escrever exatamente o que penso. Então, publico um texto que representa exatamente o que gostaria de dizer... anteriormente citei minha visão do amor. E este texto complementa perfeitamente...
"Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras. é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Não é sentir nem sentir contra...
Nem sentir para...
Nem sentir por....
Nem sentir pelo.
Afinidade é sentir com.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida"
"Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras. é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Não é sentir nem sentir contra...
Nem sentir para...
Nem sentir por....
Nem sentir pelo.
Afinidade é sentir com.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida"
segunda-feira, maio 09, 2005
Segunda-feira, bem-vinda!
Trabalho...trabalho...trabalho... Final de semana e certamente durante esta semana difícil.
O textinho abaixo vale como mensagem pra mim. Se servir pra você também, bem-vindo ao clube, somos muito parecidos. Minha visão de amor é assinar um contrato de cumplicidade e parceria. Talvez ainda mais do que isso, mas muito disso. Não quero amar o belo, gostar daquela parte do corpo, sinceramente, não sou nada ligada nisso. Se tiver beleza, ótimo. Não essencial. Não quero músculos, olhos belos, glúteos maravilhosos, cabelo alinhado. Mãos perfeitas, pernas fortes, braços rígidos. Porque se tiver aquele espaço aconchegante e verdadeiro, entre o peito e a orelha, onde posso repousar minha cabeça e entregar minha alma e meu amor, estarei totalmente realizada. E amarei.
E este texto também vale... Muito legal...
"O amor não é algo que faz você sair do chão e te transporta para lugares que você nunca viu.
O nome disso é avião.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que você esconde dentro de si e não! Mostra para ninguém.
Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.
O nome disso é bronquite asmática.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém.
Isso se chama seqüestrador.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa.
Isso se chama sujeira de pombo...
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender.
Isso se chama cachorro.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre você, te levou pra ver estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de você.
Isso se chama alienígena.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de ti.
Isso se chama controle remoto de TV.
O amor é outra coisa.
O amor é simplesmente... o amor".
O textinho abaixo vale como mensagem pra mim. Se servir pra você também, bem-vindo ao clube, somos muito parecidos. Minha visão de amor é assinar um contrato de cumplicidade e parceria. Talvez ainda mais do que isso, mas muito disso. Não quero amar o belo, gostar daquela parte do corpo, sinceramente, não sou nada ligada nisso. Se tiver beleza, ótimo. Não essencial. Não quero músculos, olhos belos, glúteos maravilhosos, cabelo alinhado. Mãos perfeitas, pernas fortes, braços rígidos. Porque se tiver aquele espaço aconchegante e verdadeiro, entre o peito e a orelha, onde posso repousar minha cabeça e entregar minha alma e meu amor, estarei totalmente realizada. E amarei.
E este texto também vale... Muito legal...
"O amor não é algo que faz você sair do chão e te transporta para lugares que você nunca viu.
O nome disso é avião.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que você esconde dentro de si e não! Mostra para ninguém.
Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.
O nome disso é bronquite asmática.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém.
Isso se chama seqüestrador.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa.
Isso se chama sujeira de pombo...
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender.
Isso se chama cachorro.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre você, te levou pra ver estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de você.
Isso se chama alienígena.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de ti.
Isso se chama controle remoto de TV.
O amor é outra coisa.
O amor é simplesmente... o amor".
quinta-feira, maio 05, 2005
Reis
Minha profissão caracteriza-se pela presença de egos altamente inflamados. Uns inclusive sem o menor motivo para isso, apenas aparentando ser o melhor e ter talento exarcebado, reconhecimento e serem, literalmente, fo**es. Pena. Só isso que tenho a dizer. A humildade é uma das características mais nobres de pessoas especiais. Escolhi ser publicitária. Não o mundo de glamour que pintam e a soberba julgada tão necessária. Decidi trabalhar com idéias, com planejamento, com crescimento. O que mais me alegra é ver todos a minha volta crescerem de forma saudável e planejada e transfiro isso aos meus clientes. E se isso acontecer como resultado do que estudei e planejei, a satisfação é indescritível.
Falando em satisfação, esta semana trabalhei como nunca. Mas neste instante acabei uma tarefa complexa, entreguei no prazo e fiquei feliz com o resultado.
E não menos importante e gratificante, resolvi experimentar uma calça jeans e, pela primeira vez na vida, ERA 36!!! Simplesmente inacreditável!
Falando em satisfação, esta semana trabalhei como nunca. Mas neste instante acabei uma tarefa complexa, entreguei no prazo e fiquei feliz com o resultado.
E não menos importante e gratificante, resolvi experimentar uma calça jeans e, pela primeira vez na vida, ERA 36!!! Simplesmente inacreditável!
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