segunda-feira, outubro 31, 2005

Reciclagem


Tudo começou no tradicional encontro da mulherada de domingo de tardezinha, enquanto arranjávamos alguma coisa para fazer após um passeio no shopping, uma calça linda que havia experimentado e as tais calças do post de sexta. Fomos lá em casa (para o meu desespero, por causa da bagunça) e a Bibi e a Carol começaram a provar as tais calças que há tempos moravam no meu guarda-roupas, sem utilidade alguma, já que estão grandes demais. Nesta divertida brincadeira de brechó, após quatro calças vendidas, rumamos à casa da Bibi para o brechó dela. Arrecadados os pertences e rumamos então para a casa da Nega, o brechó mais rico de todos. Após muita experimentação de roupa, mulher de calcinha pra cima e pra baixo, faltando levar apenas os porta-retratos dela, o saldo foi muuuuuitas roupas "novas" para todo mundo, dores na barriga de tanto rir e todas muito felizes com a renovação do guarda-roupa. E isso que nem passamos pelo brechó da Carol...
Ah! e ainda vou poder passar no shopping pra pegar minha calça nova...

sexta-feira, outubro 28, 2005

Esfera

Blurp... cá estou, sentada na minha cadeira de trabalho, com a barriga quase encostando na mesa, pq devorei uma a-la-minuta gigante (tudo bem, estava morrendo de fome e, para a histeria da minha mãe, não comia comida há 3 dias)...
Sinto-me uma bola:
- por causa do tamanho da barriga...
- porque fui catar cerejinhas (que sempre chamei de jaboticabas) na árvore do pátio aqui da empresa, em cima de uma escada e, claro, quase tomei um tombo e saí rolando...
- porque tomei meio litro de batida de banana ontem à noite e quase explodi...
- porque estou quicando de felicidade pois tenho uma festa à fantasia hoje e adoooooooooro isso... - porque rolei de rir ontem enquanto ele tentava enfiar duas calças minhas, da época em que eu usava nº 42, para ir fantasiado de pirata, que acabou virando Fred Mercury...

Bom, rolando assim, desejo a todos um bom final de semana!

quinta-feira, outubro 27, 2005

Meus orgulhos...


Não canso de dizer o quanto são lindas as minhas irmãs...
Amo, amo, amo vocês!!!! Beijos, minhas gatas!

AAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!

Amo morar sozinha....
Um dos únicos problemas é, sair de casa com um dia lindo e, no meio da tarde cair este dilúvio, quando deixei um varal entupido de roupa na sacada, a porta da sacada aberta pra entrar um solzinho dentro de casa e TODOS os meus travesseiros para tomar um ar...

Pode chorar?!? aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai...

quarta-feira, outubro 26, 2005

Dia do Músico


A música está presente na minha vida como o ar. Canto quando estou feliz, triste, serena, assustada, carente...aliás, uma das minhas maiores frustrações é, ao contrário da minha vó, ser totalmente desafinada, praticamente um fiasco. Mas o que não me impede de cantar mesmo assim. A música clássica é poesia nos meus ouvidos. Sonata ao Luar de Beethoven é uma ilustração minha. Não posso cantá-las, mas posso dançá-las até em sonhos. E por ter alma de artista, talvez por isso goste e preciso tanto deles. E estou cercada por todos os lados. Não é nada fácil estar atrás ou na frente do palco. Mas conviver com tudo isto já preenche um pedacinho deste espaço vazio, desde que abandonei os palcos.
Ser artista é para poucos, selecionados carinhosamente. Viver disso é que é uma arte. Sei o quanto o caminho é difícil, mas nada pode ser tão sacrificante quando empenhamos amor e cuidado. O reconhecimento, os bens materiais são importantes sim, mas eles vêm como conseqüência de tantas outras coisas boas.
Queria deixar um beijo muito grande a todos os músicos que conheço. E pensando nisso, descobri que não são poucos. Aliás, tenho muito mais conhecidos desta área do que publicitários, por incrível que possa parecer... Gostaria de nominá-los um a um, mas tenho certeza que esqueceria de alguém. Então a todos aqueles que são músicos por profissão, por amor, de garagem, de buteco, de chuveiro, de concerto, de sucesso, o meu baita abraço.
Deixo aqui a foto da Vide Bula (www.bandavidebula.com.br), uma banda bem próxima que esteve dia desses no Jornal do Almoço. Uma singela homenagem a vcs que tenho certeza que, em breve, ganharão tudo aquilo que merecem por tanto esforço... Abraço pra uns... beijão pra outro! ; D
E pra quem pensa que é fácil... não é não... requer, no mínimo, uma santa dose de paciência...

segunda-feira, outubro 24, 2005

Há poucas coisas nesta minha vida que sigo com tal convicção que, jamais, alguém poderá olhar pra mim, apontar o dedo e dizer que era pura balela, papinho, mentira, hipocrisia. Uma delas, a da qual tenho maior orgulho e quem me conhece sabe disso e reconhece como uma de minhas qualidades, é a de jamais falar mal de alguém. Jamais mesmo. Não tenho a mínima vontade de julgar, comentar, espalhar qualquer coisa sobre qualuqer pessoa que eu conheço. Das que gosto e das que não gosto. Porque acho isso uma atitude extremamente covarde, que beira o mau-caratismo. Sou totalmente verdadeira em relação ao que sinto pelos outros. Não sou obrigada a gostar ou desgostar de ninguém. Por isso, prefiro ignorar a existência daqueles que não fecham com o tipo de pessoa que sou. Como sempre digo, sou alguém difícil. Conviver comigo é, na maioria das vezes, tarefa ingrata. Contudo tenho a mais absoluta certeza de que, as pessoas que me cercam e estão à minha volta porque querem, o fazem porque realmente gostam de mim. Portanto, prefiro ter poucos mas bons amigos.
Tudo isso porque não cultivo ódio, energias negativas, tristezas e agruras por ninguém neste mundo. Pelo contrário. Por mais que eu tenha vontade de esganar alguns, porque o fizeram pra mim, fico quieta, simplesmente pela certeza de que revidar, questionar, fazer o mesmo contra elas, trará somente as mesmas coisas ruins que eu tenho cererteza que estão reservadas a elas. Porque as coisas voltam pra nós. Se as boas vêm, as ruins com certeza também.
Era isso. Um desabafo por estar triste. Um desabafo por não achar justo. Um grito de tristeza por confiar, ou fazer esforço para sentir coisas boas. Um desespero por acontecer comigo o que não faço aos outros...

sexta-feira, outubro 21, 2005

Lua Barbosa



Vou dar um pulinho ali em Hollywood, já contratei o coiote e volto logo. Descobri que ainda tenho esperanças...

Querer, ultimamente, não tem sido poder...


Agora, neste exato instante, queria estar aqui....
Curtindo este sol maravilhoso, a brisa do mar, a tranqüilidade das águas, o gosto salgado. Mas uma caipirinha, um peixinho frito também iam bem...
Tudo isto, claro, em excelente companhia... ai, ai, Garopaba...

quinta-feira, outubro 20, 2005

Alice do País das Maravilhas


Junto desta alemoa aí, tenho histórias impublicáveis pra contar. Talvez justifique-se pela época, a já passada adolescência, talvez porque nosso propósito era única e exclusivamente a diversão, sem maldades. Aprontamos muito, rimos mais ainda, curtimos a vida mesmo, entre muitas festas, jantares, férias na praia, enfim. Mas são também histórias de mais um monte de gente que passou pela minha vida e que hoje seguem suas vidas felizes, assim como eu. Mas a minha felicidade por ter de volta a Alice pertinho, depois de 7 anos, é muito 10! Não tanto por ter o seu jeito racional e inteligente para conversar, mas por ter de volta uma parceira pra loucuras.

21h, tomando chopp na Factory, chovendo, depois de um telefonema, um papo, a mesma vontade por motivos diferentes, as duas se olham:
- Vamos pra Gramado?
- O que? Sério? Claro, Pri, vamos!!!
- Uhuuuuu!

Paga a conta mais do que rápido, voa pro meu apê, acha roupa, faz maquiagem, pega vários cd´s e ruma pra Gramado. Tudo isso em menos de 40 minutos. Uma noite dez, divertidíssima e cheia de histórias pra contar. Nada surpreendente pra esta dupla...

Não contaram...

"Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos.Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, E que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, não alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E que muitas vezes é preciso "quebrar as regras" para conseguir ser feliz. Não importa o que a sociedade diga, "quebrar as regras" não é errado! E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém. "

quarta-feira, outubro 19, 2005

E a semana passou voando...

Fora isso, hoje estou no meu lado bipolar mais negativo. Tão, tão negativo que espero virar positivo em breve. É uma tristeza que vem lá do fundo, arde, tranca a garganta, me deixa zonza e com dor de cabeça. É quase impossível respirar... criança não precisa ficar triste por causa do trabalho... onde estão as jaboticabas do pátio da minha avó? Quero casquinhas de queijo pra atirar pra Estrelinha! Ou então uma linda barraquinha da turma da Mônica pra me esconder... quietinha... mas querendo ser achada para um gostoso colinho...

quinta-feira, outubro 13, 2005

Cresci...

Ontem não pulei elástico, não pulei corda, não me pendurei nas árvores. Não joguei pedrinha no Guaíba, nem vi pela centésima vez toda a minha coelação de desenhos do Walt Disney. Muito menos brinquei de verdade ou conseqüência, pega-pega e polícia e ladrão com os meninos, pra ser presa pelo menino que mais gosto. Não brinquei de Bela Adormecida na kombi indo pro colégio, não dei aula pras outras crianças. Não joguei Jogo da Vida, Detetive, Banco Imobiliário, apesar destas brincadeiras continuarem bem presentes hoje em dia. Não reclamei do charque no feijão, não transformei o bagaço da laranja que sobrou no expremedor em comidinha das bonecas, não brinquei de aeromoça 5 horas seguidas. Não tinha festinha de aniversário de ninguém pra eu levar maquiagem, figurino, fita cassete e sapatilha pra apresentar minhas lindas coreografias e aparecer mais que o aniversariante, nem aniversário de amiga pra usar o sapato mais alto da minha mãe e quebrá-lo. Não guardei a blusa sem lavar porque dancei com o menino mais bonito da reunião dançante, nem dancei grudada na vassoura, nem fui rena do papai noel no espetáculo do ballet. Não fundei o Clube do Bocão da gelatina Royal, com camiseta, carteirinha e mensalidade, muito menos fui líder de turma desde a 1ª série. Não organizei passeios com a turma do colégio que não deram certo, nem fui pra casa da minha amiguinha da primeira série sem avisar pra minha mãe enquanto ela tinha surtos de desespero em casa. Não me mandaram ir ao caixa eletrônico aos 7 anos de idade, absurdamente longe de casa e voltar com muito dinheiro no envelope passando, inevitavelmente, em frente a uma loja de brinquedos com todas as barbies que nunca tive. Não tirei fotinho no pônei em Mariluz, nem fiz castelos para que as ondas os derrubassem e esta fosse a parte mais divertida, sendo que hoje detesto ver castelos desmoronarem. Arrumei minha cama, lavei a louça, escovei os dentes e tomei banho de verdade, não liguei o chuveiro, molhei o cabelo na pia e fiquei esperando o tempo passar. Também não brinquei com o chuveirinho. Mas também não brinquei de médico, o que ia ser legal. Não ganhei o troféu de maior número de livros retirados da biblioteca da escola, nenhum troféu de melhor redação ou mesmo não fui chamada de The Flash por terminar os exercícios antes de todo mundo e ir correndo mostrar pra professora e me aparecer de novo. De novo, ninguém passou na minha sala e fiquei muito triste, porque eu treinei horas a fio um trecho do livre A Família Treme-Treme para ser a que lia mais rápido e melhor de todas as 5ªs séries. Nem ganhei aquele bombom prometido. Não participei de eleições para o Grêmio Estudantil e continuo sendo uma das últimas a serem escolhidas para qualquer time de quelquer modalidade esportiva. Mas continuo sendo árbitra. Não ralei o bumbum, a côxa e tomei injeção porque andei de carrinho de lomba com mais quatro em cima, nem fiquei pendurada na árvora pela calcinha, de cabeça pra baixo, gritando por socorro. Não senti o cheiro de cachimbo do meu opa, nem fui com ele comprar Chokito. Não levei meu avô no colégio pra dar aulas sobre vermes e mostrar aquela coleção de vidrinhos cheios de bichinhos esquisitíssimos, nem fui fantasiada de princesa pro colégio. Não dancei a quadrilha, nem pus o vestido de prenda que minha oma fez. E as histórias dela sobre cachorros de olhos grandes e da Princesa Azul, também já se foram. Não pus no meu único sutiã de tecido rosa bolinhas de papel porque uma das minhas coleguinhas já apresentava pontinhos de peito, nem fiz um aparelho dentário de arame. Não vi minha professora de português verde e o médico não me perguntou se ela parecia um dragão, meu amigo imaginário e a platéia pra quem eu ensinava a tomar banho (nesta época eu gostava) sumiram - apesar das vozes permanecerem. Não fiquei com o rosto paralizado porque bati com a cabeça, nem destruí minha bicicleta novinha na lomba e pintei os arranhões com tinta têmpera. Não fumei galhinhos de samambaia, vi as vizinhas beijarem no terreno baldio, não desfilei de biquíni na beira da piscina, nem espiei meus pais pelo buraco da fechadura. Não desaprendi a roer as unhas, não brinquei com meu Fila, nem me lanhei toda na cerca viva atrás de framboesas - apesar do dobermann enorme bem ali, querendo me pegar. Não quebrei o braço, a perna, três dedos tentando segurar a porta pra não bater, nem meu pai fechou outra porta em outro dedo. E continuo a esperar minhas cortinas rosas enquanto vomito de ansiedade. Ontem, Dia das Crianças, infelizmente fiz coisas de adulto. E fiquei com muito medo só de pensar que posso vir, um dia, a pôr uma criança no mundo. Porque se ela for ao menos um pouquinho parecida comigo... céus... ela será muito feliz. E eu uma mãe totalmente adulta e chata para impôr limites, esquecendo de quem, um dia, eu fui...

terça-feira, outubro 11, 2005

Tô de bem com a vida!



Hoje acordei me sentindo: feliz, amada, com sono mas aí é que é normal, com fome, bonita.

segunda-feira, outubro 10, 2005

Pri esponja


Sonhei com mar de novo. Talvez a quinta vez em um mês. Desta vez eu estava me afogando, enquanto tentava salvar uma maquina digital emprestada. A máquina foi salva. Eu morri afogada. Ao interpretarem meu sonho ontem, na reunião dominical entre as mulheres, disseram que era uma nova fase chegando na minha vida. Ok... vejamos as possibilidades:
1) Estou há dois meses no meu novo emprego que amo. Posso considerar ainda nova fase chegando?
2) Vou trocar de apartamento, ainda não achei o dito cujo, mas posso também considerar?
3) Uma amiga minha que não via há muito tempo voltou pra minha vida. Seria esta opção?
4) Nova fase do mesmo amor ou novo amor na mesma fase?!?

Sei lá... tudo isso pra não querer interpretar que sonhei de novo com casamento...

quinta-feira, outubro 06, 2005

Que noite!

Eu disse que nos acabaríamos naS pistaS ontem. Tudo bem. Nos acabamos numa só: a de boliche. Fomos comemorar (eu bebemorar, pra variar) o aniversário da Chica no boliche. Depois de horas falando sobre os mesmos assuntos – namorado, ex-namorado, ata, reata, desarmamento, relacionamento, liga ou não liga, numa mesa com 6 mulheres e o Alex para honrar a raça, fomos para a pista de boliche.

1) Nunca tinha jogado boliche na minha vida. Conclusão: quase não consigo digitar estas palavras hoje devido à dor descomunal na minha mão e nos meus braços suuuuper fortes.

2) Estava ganhando a partida até a penúltima rodada, quando a Bibi ganhou de mim. Conclusão: santo dito popular, sorte no jogo azar no amor. Totalmente adequado para alguém que pega uma bola de boliche na mão pela primeira vez e quase ganha o jogo.

3) Muitas unhas quebradas e a lixa da Carol correndo solta entre as mulheres para tentar consertar o estrago. Conclusão: jogar boliche de unhas compridas é impossível.

4) Salto, saia, muitas risadas, lixa de unha, maquiagem. Conclusão: somos umas dondocas até pra isso.

5) 4 polares e salto fino. Conclusão: a Priscila esborrachada no chão numa pose linda, uma perna pra frente e outra pra trás.

6) Nega, Carol, Adri, Chica, Alex, Bibi, Eduardo gargalhando da Priscila que caiu no chão, num de seus típicos fiascos. Conclusão: é bom demais estar entre amigos!!!!!

7) Estar em casa sozinha depois de tanta diversão. Conclusão: sou uma mulher independente. HAHAHAHA e mentirosa também...

quarta-feira, outubro 05, 2005

Não estou tão inspirada quanto as minhas amigas pra escrever coisas bonitas pra chica, como ela merece. Então te falo ao vivo hoje à noite, tá Chica?

Porque hoje a festa vai ser shooooow!!!! Ou vamos se acabar na pista ou acabamos com a gente! Eu vou ganhar!!!
Parabéns Chica!!! Te adoro!!!

terça-feira, outubro 04, 2005

Chuva... guarda-chuva

Suor... toalha

Lágrima... lenço

Tristeza? Com o tempo evapora...

segunda-feira, outubro 03, 2005




Eu não sei dizer
o que quer dizer
o que vou dizer
eu amo você
mas não sei o que
isso quer dizer
eu não sei por que
eu teimo em dizer
que amo você

se eu não sei dizer
o que quer dizer
o que vou dizer
se eu digo pare
você não repare
no que possa parecer
se eu digo siga
o que quer que eu diga
você não vai entender
mas se eu digo venha
você traz a lenha
pro meu fogo acender...


(bosta)

Desculpa, precisava dizer isso!

Este vazio atormenta. Mas é um vazio necessário. Aprender a viver uma nova rotina, conhecer-me novamente dentro de um novo cenário que não projetei, arrumei. Apenas vi nascer. E dar vida a ele agora parece estar bem longe das minhas capacidades físicas e emocionais. Ainda não consigo descrever as cores, os objetos, o tema. Configura-se apenas numa paisagem enredo conduzindo a personagem pra um destino imprevisível. E esta personagem aqui está apática. Medrosa. Revoltada. Espero conseguir traduzir este novo cenário em breve. Sem precisar trazer para o palco outro personagem de apoio. Quero um monólogo... e muitos aplausos no final.