Alguém chegava no sítio dizendo que meu pai tinha sofrido um acidente e estava preso nas ferragens, precisando de ajuda. Ninguém em volta com um carro para ajudar. Saímos todos à pé, em direção ao centro, era noite e fazia um certo calor. Antes de sair, minha irmã oferece 50 reais que estava me devendo e recuso. No meio do caminho, decido pegar um ônibus para Garopaba, onde chego pela manhã, bem cedo, na casa na Nega. Muitas pessoas estavam hospedadas lá e resolvo dar uma volta. Não ligo pra ninguém pra avisar que fui parar em Garopaba. Subo uma lomba muito íngreme, em que tem umas pessoas saindo da balada. Lembro que estou totalmente sem dinheiro e me pergunto como vou embora dali. Em seguida, apareço na casa de um amigo já distante e ele me aconselha a dar banho numa lula gigante. Prendo o bicho pelas patas e tento imergi-la numa bacia, mas ela solta as patas da amarração que fiz e solta um líquido na minha cara. Saio correndo e encontro vários filhotes espalhados pela casa. Tenho que voltar para casa.
Acordo.
2 comentários:
Credo Pri....rssss
Beijos, boa semana....
Credo mesmo, prí!!!
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