sexta-feira, março 31, 2006

Paulo Borges e a previsão do tempo

Coisa doida... dias de sol e céu azul assim, com esta exata temperatura, me dão vontade de fazer três coisas. Mas é tanta vontade que tenho que praticamente me amarrar aqui na cadeira e permanecer trabalhando:
 
1- Beijar na boca. Mas aquele beijo demorado, suculento, com gosto de boca, de preferência deitada num gramado lindo,com aquelas plantinhas que a gente assopra, em volta... 
2 - Chimarrão com as amigas no parque.
3 - Fazer trabalho no pátio. Sabe tempo de colégio?! Tá frio e a profe leva pro solzinho pra fazer os trabalhos. Ai, ai... que tempo bom, que não volta nunca mais!

quarta-feira, março 29, 2006

1, 2, feijão com arroz

Felicidade pouca é bobagem. Pode parecer inacreditável, mas estou assim porque achei um restaurante.
Sim, porque trabalho quase no fim do mundo. E parece que no apocalipse não é lucrativo ter um estabelecimento deste tipo.
E hoje achei um lugar para encher minha pancinha às 12 badaladas. Não precisarei mais recorrer a pastéis, folhados, enroladinhos da padaria. Ou então gastar fortunas em tele-entrega, porque é caro motoboy até aqui. Ou pior ainda, cozinhar na noite anterior para ter o que almoçar, aquecido no microondas.
Pois bem... meu estômago agora digere arroz, feijão, batata doce, frango, couve, tomate, maionese, bolinho de arroz, polenta e sagu com creme. Ops... quem disse que eu estava feliz com o restaurante??!? Tanto foi a felicidade de não comer comida só no final-de-semana que exagerei um pouquinho... acho melhor esquecer o restaurante...

sexta-feira, março 24, 2006

Um lindo céu azul invadiu minha janela hoje pela manhã. 
Mas meus olhos se fecharam e abriram num espaço de tempo tão curto, que a noite parece ter sido engolida pelo sol de maneira trágica.
Tentei deixar meu cansaço e minha preguiça envoltos nos meus travesseiros, para quando eu voltar para lá.
Contudo não consigo me fragmentar com tanta facilidade.
Tenho mania de levar tudo comigo sempre, para onde eu for: pensamentos, sentimentos e angústias.
Infelizmente, a preguiça também.
 
 
 

quinta-feira, março 23, 2006

Eu tenho uma calça jeans (na verdade tenho ela de herança da minha irmã) que eu adoro, pq é a única que não fica um saco de batata em mim ultimamente, já que é nº 36.
 
O detalhe peculiar é a enjambração do fecho (braguilha pros que não são gaúchos e me visitam). Como ele não pára nunca no seu devido lugar - fechado até em cima, perto do botão, - existe um Içador Quase Automático para Fechos Danificados, que consiste num processo totalmente inovador e de alta complexidade:
 
1) Na ponta da ponta do fecho, aquele objeto pontudo e chato, há um pedaço de cordão.
2) Ao subir o fecho, basta segurá-lo com o cordão
3) Torcê-lo ao redor do botão
4) Encaixar o botão em sua casa
 
Pronto. O fecho estará fechado. A calça no lugar.
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, março 21, 2006

Governo Federal foi o segundo maior anunciante de TV em 2005

Pesquisa divulgada pelo Ibope Monitor revela que as denúncias feitas em torno do mensalão não reduziram a quantia gasta pelo poder executivo com a televisão. De acordo com os resultados, em 2005, o Governo Federal passou à frente do segundo maior anunciante privado do Brasil, a Unilever. Os dados indicam que a verba total utilizada pela empresa, no ano passado, em publicidade, foram de R$ 491 milhões, ante R$ 543,1 milhões gastos apenas em televisão pelo governo.

Apesar dos gastos com a mídia TV terem ultrapassado a quantia utilizada pelo segundo maior anunciante do país, os números anunciados pelo IAP (Instituto de Acompanhamento da Publicidade) indicam que o Governo Federal reduziu os gastos relacionados a propaganda. Em 2004, R$ 939,9 milhões foram investidos em publicidade. Ano passado, essa quantia foi reduzida para R$ 888,3 milhões. Os investimentos com televisão registram, em 2005, 1% a menos do que a quantia utilizada em 2004.

Os valores não incluem publicidade legal, produção e patrocínio. De todas as mídias, as únicas que obtiveram investimentos maiores por parte do governo em relação a 2004 foram os segmentos de revistas e internet. Com revistas, a verba empregada em 2004 foi de R$ 94,3, e em 2005, R$ 97,5 milhões. Em internet, os investimentos foram de R$ 12,4 milhões em 2004 contra R$ 14,3 milhões em 2005.

 Fonte: www.coletiva.net

Algumas pessoas querendo mudar o cenário atual de tantas desgraças entre os brasileiros e ainda precisamos conviver com realidades como as descritas acima. Lamentável!

 

 

segunda-feira, março 20, 2006

Comprometimento é a palavra de ordem nas organizações. Ou pelo menos é o que deveria imperar na cultura empresarial.
Através do comprometimento, as pessoas não agem de acordo com aquilo que trará benefícios apenas à si próprio e pensará nas conseqüências dos seus atos para todas as partes envolvidas. Nisto, inclui-se sim, a empresa a quem presta serviços.
Pois bem, há gestores - muitos deles por sinal - que ainda não reconhecem a força de trabalho como capital ativo de sua organização. Que elas têm ligação direta com os resultados, pois não há produto ou serviço feito somente por máquinas. Até porque as próprias também necessitam de um dedo para apertar o botão. Pessoas comprometidas com o seu trabalho, geram serviço de qualidade, atendem aos clientes diferencialmente e tornam-se uma fonte inegável de recursos. Os tais recursos intangíveis. O necessário capital intelectual.
Capital intelectual é também o montante de informações armazenadas pela força de trabalho. A carga tão rica de conhecimentos sobre sua função, seu histórico, sobre a organização como um todo. Empresas que não enxergam e não entendem seus colaboradores como capital intelectual e não fazem a manutenção necessária para que o comprometimento esteja na postura de trabalho, provavelmente estará fadada ao fracasso. Seja pelo turnover, pelo vazamento de informações para a concorrência - se você não está comprometido com seus funcionários certamente a concorrência fará de tudo para tê-lo com eles, pelos deslizes recorrentes, porque tanto faz ou tanto fez aquele emprego.
 
Todo este discurso organizacional era para chegar ao comprometimento no dia-a-dia. Fora das paredes da empresa, agora dentro da sua casa. Ou melhor, dentro do seu coração. Será que estamos realmente comprometidos com o mundo a nossa volta, com as pessoas que convivemos, com a nossa família? Será que não nos colocamos sempre em primeiro lugar, em detrimento da pessoa ao lado?
Num macro cenário, será que o homem está comprometido com o planeta e o sistema em que ocupa?
Num âmbito civil, como cidadãos brasileiros, será que estamos comprometidos com esta nação?
Você está comprometido com o seu trabalho, com o mercado que atua, com os colegas de profissão?
Você compromete-se com os seus amigos?
Sua família percebe sua dedicação e comprometimento?
E por fim: você está comprometido consigo mesmo? Faz de tudo para seu próprio bem-estar, para seu sucesso, para conquistar aquilo que o fará feliz? Demonstra à quem gosta seus sentimentos e compromete-se em fazê-los felizes, porque isso também lhe traz felicidade?
 
Espero que este século seja da atitude do comprometimento em todos os ambientes, níveis, situações. Que estejamos realmente engajados pela harmonia e crescimento conjunto, que os fatos, a construção do presente e a realidade percebida e vivida esteja cada vez mais próxima daquela idealizada. Que eu, você, os seus, os meus, os nossos estejamos cada vez mais próximos de comprometermo-nos por um coletivo. Que inicia ali, dentro de casa. Com as pessoas próximas a nós. Com os amigos. O ambiente de trabalho. A rua, o bairro, a cidade que moramos. O país que vivemos. O mundo que habitamos.
 
Mas, para isso tudo, esteja comprometido com a pessoa mais importante: você. Porque, sem isso, será impossível fugir do egoísmo e pensar também no todo.
 
Bom início de semana a todos!
 

sexta-feira, março 17, 2006

Não tenho o costume de publicar textos prontos.
Mas hoje estas palavras dizem tudo. Principalmente à interlocutora que vos fala: eterna pessimista, eterna insatisfeita, eterna ambiciosa.
 
À nós, sábias palavras:
 

Nasceste no lar que precisavas,

Vestiste o corpo físico que merecias,

Moras onde melhor Deus te proporcionou,

De acordo com teu adiantamento.

Possuis os recursos financeiros coerentes

Com as tuas necessidades, nem mais,

nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.

Teu ambiente de trabalho é o que elegeste

espontaneamente para a tua realização.

Teus parentes, amigos são as almas que atraíste,

com tua própria afinidade.

Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.

Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais,

buscas, expulsas, modificas tudo aquilo

que te rodeia a existência.

Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes...

São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência

Não reclames nem te faças de vítima.

Antes de tudo, analisa e observa.

A mudança está em tuas mãos.

Reprograma tua meta,

Busca o bem e viverás melhor.

Embora ninguém possa voltar atrás e

fazer um novo começo,

Qualquer Um pode Começar agora e fazer um Novo Fim.”

 

Chico Xavier

 

 

Tem coisas que só Freud explica...

Ontem minha mãe fez aniversário. E sempre que meus pais fazem aniversário, é que contabilizo que os anos estão passando.
 
Pode parecer estranho, mas é somente quando eles fazem aniversário que o tempo passa pra mim.
 
Quando percebi, nossa!, meus pais já não tinham trinta e alguma coisa. Era tão legal. Os anos passando e eles eternamente nos trinta. Pois é... minha mãe fez 41 anos. Meu pai vai fazer 43. Para a esmagadora maioria, posso ser tachada de doida, porque na realidade eles são muito jovens, é claro. Mas a sensação dos "enta" dos meus pais me faz sentir quase uma ansiã. Que o tempo está passando...
Oba! Como adoro o passar dos anos, porque as coisas ficam cada vez melhores, porque cada vez eu sei mais, aprendo mais e deixo de ser chamada de "menina", é lamentável que eles façam aniversário apenas uma vez por ano. Até porque, se qualquer um dos meus irmãos quiser ter um filho, mesmo que seja daqui a 5 anos, minha mãe será avó aos quarenta e poucos. E será inevitável o comentário "Mas ela é muito novinha pra ter filhos..."
 
Bobagens à parte, um beijo do tamanho do mundo pra minha mãe: meu bebê.
 
 

quinta-feira, março 16, 2006

Diagnóstico: Hospital São Pedro urgente!

Estou em choque. E não é difícil entender porquê.
 
 
Quando acordei, pensei sinceramente se meu corpo havia estado a noite inteira naquele colchão. De tão real, daqui a algum tempo, como por diversas vezes acontece, vou precisar me esforçar para distinguir sonho de realidade, questionando se aquilo realmente aconteceu ou não.
No meu trabalho, todos olham pra mim hoje e dizem que estou com uma cara estranha, diferente.
Estou com os olhos pesados, o corpo cansado, a cabeça cheia e não consegui sorrir hoje ainda.
 
Agora, o mais sinistro:
 
- Pensei na alemoa. Quase que instantaneamente, às 7 e pouco da manhã, chega uma mensagem dela, no meu telefone.
- Penso na minha irmã, precisamos comprar o presente e aniversário da minha mãe. Um minuto depois, toca o telefone.
- Penso que preciso ligar pro fornecedor tal, onde deixei recado há três dias atrás, para confirmar a produção das camisetas. Toca o telefone e é o cara.
- Penso em ligar pra Bibi, ligo o meu telefone, tem um "Te ligou" dela e batata: "Bah, tava tentando te ligar!"
- Penso no meu amigo e instantaneamente chega um e-mail dele. Comento sobre o assunto e ele sugere eu pensar em milhões de dólares. Sem dúvida, uma excelente idéia.
 
Repito: estou em choque.
 
Parece tudo mentira, ladainha, conto do vigário. Mas juro por tudo no mundo, que é a mais pura verdade.
Dá pra entender?!?!
 
 

terça-feira, março 14, 2006

Sabe blusa branca, calça jeans e rasteirinha?
Cabelo semi-preso, nada de maquiagem?
Um sorriso verdadeiro, uma gargalhada gostosa e inconfundível?
Ser mais do que linda por dentro e por fora?
Um abraço sincero, beijocas estaladas na bochecha?
Percorrer 40 km em busca de um hambúrguer do Mc Donald´s?
Sabe ouvir muito, falar muito e estas duas coisas combinarem perfeitamente no mesmo tempo e espaço?
 
Conhece SIMPLICIDADE? Pura e tênue?
 
Eu conheço. Ela tem nome, apelido, e mora no meu coração.
 
Beijo, sócia!!!!
 

quarta-feira, março 08, 2006

Mulher

Lá vem a revoltada... já devo ter dito isso por aqui... mas lamento muito este dia.
 
Acredito que apenas as minorias têm dias específicos: Dia do Índio, Dia do Negro, Dia da Mulher. E eu lá preciso de dia para ser lembrada?!
Que me admirem e me parabenizem todos os dias, mas pelas minhas atitudes, decisões no trabalho, pelo cabelo novo, pelo perfume, pela roupa alinhada, pela cara de sono... Que lembrem da minha importância pela capacidade de gerar novas vidas, pelo 6º sentido aguçado, pela capacidade de fazer milhões de coisas ao mesmo tempo, sim, mas quando eu realmente as fizer, dentro da normalidade. Não como se eu fosse uma espécie de ET com poderes extra-terrenos, valorizando isso para compensar as agruras de ser mulher, como trabalhar e aturar ciúmes de namorado em plena TPM, ou então ganhar 40% menos que um homem ocupando o mesmo cargo.  
 
Espero sinceramente o dia em que eu possa parabenizar os homens pelo seu dia. Feliz Dia Internacional do Homem
 
Parabéns, ó ser que agüenta as pressões diárias sem pestanejar...
Que sustenta uma ereção, mesmo sem vontade, pela honra masculina
Que precisa tomar litros de cerveja entre amigos para provar que é homem
Que não chora, pra provar que é macho
Que consegue ter duas mulheres ao mesmo tempo, porque homem de verdade não pode ter só uma
Parabéns para aquele que não tem a capacidade de passar uma camisa, porque isso não é coisa de homem
Que adora dizer que ficar sozinho é a melhor coisa do mundo, mas jamais permanece assim
Que odeia ciúmes, insegurança, mas ai de quem chegar perto da tua mulher!
Que honra seus espermatozóides, a única colaboração para gerar um dos seus.
E, finalmente... parabéns, homens! Pelo maior feito para a humanidade: deixar que as mulheres tomassem seu espaço.
 
Mulheres! Espero sinceramente que, um dia, possamos estar oferecendo meias pelo Dia Internacional dos Homens!
 
 

terça-feira, março 07, 2006

Jejum

Ando distante daqui não por vontade, mas por falta de tempo, mesmo. Para compensar os dias maravilhosos em Garopaba, é claro... Não se pode ter tudo.
Muitas fotos, muitas histórias... na verdade, estes dias foram um muito de tudo. Férias há que tanto tempo não tenho, praia, mar cristalino, calor, sol, areia, cerveja, peixinho, música e amor. Muito dele. Companheirismo, guerras civis de vontades, acordos de paz de generosidade. Tudo dentro da mais absoluta normalidade.
 
Cabe a pausa para o momento antológico do carnaval. 20 horas. Homens bêbados. Priscila quase (nunca assumo meu estado elevado de álcool). O jantar: tainha grelhada. Homens dormem. Priscila assume o comando de um jantar tipicamente masculino (só pra variar... sempre que vou pra lá me meto em enrascadas como esta... lembram da última?! Está lá em novembro: Priscila assando churrasco).
 
Na inexistência de uma grelha, a grade do forno e dois espetos atravessados foram uma ótima enjambração. Desenrolei do pacote os dois peixinhos que, teoricamente, estariam limpinhos, prontos para o fogo. Eis a surpresa: quatro olhos horripilantes me olhavam com cara de desprezo... Havia só um pequeno corte em suas barrigas, suponho que para a retirada das entranhas mais nojentas (ufa!), mas as escamas, guelras, crista, cabeça, olhos, estavam lá. E o pior de tudo: o sangue também... Despejei aqueles seres inanimados no tanque (e o fedor, depois?!? Nem um litro de kiboa, nem limão nem nada... saímos de lá dois dias depois e o cheiro veio conosco) e enchi de água. Lindo... voltaram ao seu antigo habitat, agora doce. Foi pior... ninguém conseguiria naquele momento enfiar na minha cabeça que os bichos estavam mortos, que não sentiam dor, que não tinham famílias enormes de peixinhos lépidos e fagueiros, que agora choravam pela falta dos seus.... lembrei de Procurando Nemo. Piorou ainda mais a situação. Caí no choro (?!?!? Pode acreditar!!! Deve ser coisa de bêbada). Peguei um dos pobres féretros e comecei a acariciá-lo na barriguinha, pra tirar as escamas. De castigo, me cortei naquela crista, ou seja lá o nome que for. O sangue escorria pela boca e, apesar de totalmente gelado, parecia que o bicho fervia na minha mão. Ainda bem que o banheiro era ali ao lado. Lá se foi toda a cerveja que habitava minha barriga inteira, sem cortes, sem escamas retiradas a força. Caminhei um pouco pela casa, voltei ao tanque. Sapateei, gritei de nojo. Demorei uma meia hora para retirar uma minúscula parte de escamas. Mas o pior ainda estava por vir: a lâmina branca, ávida por um decepamento frio. Os olhos me olhando. O estômago embrulhando. Era preciso. Cortei sua cabeça ao mesmo tempo que manhava desesperadamente. Um fiasco. Um martírio. E faltava o outro peixe....
 
Isso já passavam-se das 9 e meia da noite e nossos convidados nem sombra de aparecerem. Resolvi deixar os cadáveres descansarem um pouquinho e esperar alguém mais corajoso chegar para terminar o serviço... ninguém veio... todos dormindo... menos a pateta aqui... O jeito?!? Pegar os mortinhos, embalar numa sacola de plástico (naquele momento caixão de peixe) e meter no freezer para reconhecimento posterior. Alguém provavelmente reclamaria os corpos. 
 
Ótimo. Na adolescência sonhava em trabalhar no IML...
 
Bem...o resultado foi: tanto trabalho pra nada, mãos numa fedentina absurda, me juntei ao bando e dormi tranqüilamente, como uma perfeita assassina...
 
Mas no outro dia, ah, que tava uma delícia!! Não cheguei nem perto. Fiquei com as 3 caipirinhas deliciosas que fiz que, vai ver, é mais coisa de menina. Os peixes lá, na churrasqueira. E depois na minha barriga, é claro. Quem lembraria de escamas numa horas dessas?!