Ontem ouvi de uma colega de trabalho algo sensacional que, claro, me proporcionou horas e horas de pensamentos absurdos e conclusivos. Que a nossa vida seria muito mais prática se tivéssemos um olho na ponta do dedo indicador. E não é verdade?! Realmente uma falha muito grande no complexo sistema humano. Vejamos o raciocínio:
Será que tô de batom?! Tóim... dedo em riste - Hum, precisa retocar.
Remela no olho?! Nunca mais!
E o cabelo?! Escabelado?! O olho do dedo verifica. Tudo em ordem.
Calcinha aparecendo lá trás?! Hum-hum, mico nunca mais!
Sem falar em depilação, né?! Nooooossa, chega de bico de papagaio para conferências!
Impressão de estar sendo seguida?! O dedo resolve, sem precisar virar a cabeça.
Espinha, tatuagem nas costas?! Pra que dois espelhos pra conseguir enxergar?! Bastaria o dedo!
Fora inúmeros outros devaneios dos quais me abstrairei de citar, mas que deixo ao encargo de sua imaginação que, se for um tanto quanto parecida com a minha, já deve ter chegado longe!
E é isso. A partir de hoje queria ter um terceiro olho. Na ponta do dedo indicador. Com pálpebra retrátil e facilmente alçável. E será que esse, só esse, ah vai, pode ser verde?!