sexta-feira, setembro 29, 2006

Pecinha 1 do quebra-cabeça Reconstruindo Priscila

Pior do que decidir parar de fumar é a mega esperteza de fazê-lo nas seguintes circunstâncias:

- No auge da TPM
- Envolvida com o mais dificil job de toda a minha carreira
- Com o namorado de beiço
- Com o chuveiro AINDA queimado - conseqüentemente, AINDA, tomando banho frio.
- A casa estando uma bagunça e precisando urgentemente de uma faxina
- Em dia de pagar conta


Por causa de todos estes motivos acenderia uns cinco cigarros para cada um deles. Já não sabia lidar com eles fumante, como faço agora, nesta nova personalidade?!!? Esta Priscila não sabe fazer nada disso sem equilibrar o cigarro entre os dedos.

Fora tudo isso, estou em 3º marcha, pois o cigarro me adrenalizava. Estou anestesiada, com sono, falta um pedaço. Os minutos passam aqui ao lado direito da tela e o cérebro diz: hora cheia, hora de fumar. O estômago não consegue digerir o almoço, falta a nicotina como enzima.

Montar quebra-cabeça sem a imagem de referência é mais difícil. No dia de hoje, impossível...

quinta-feira, setembro 28, 2006

Dead line

Pela milionésima vez na minha vida, decido que vou parar de fumar. Tenho mais 5 horas de nicotina pela frente...

Depois o escuro, a saudade, o abandono. O cerrar das cortinas. O fim do aplauso. As poltronas do teatro vazias. Eu sozinha no palco, pino central com luz branca, restos de breu pelo chão do palco. Papéis de bala no chão da platéia: resquícios de fim de espetáculo. Permanece o eco do silêncio nos ouvidos, fruto da música que agora também já se foi. Todos se foram...

Ex-fumante é atual solitário. Fumante conhece e gosta da solidão, porque na realidade nunca está sozinho. As cinzas são as sempre fiés palavras de companhia e a brasa é o coração que pulsa, que bate através do riscar de um fósforo, pois ele, o amante, acende a paixão. O cigarro é o único a que o fumante pode controlar: a si e a ele. É impulso de liberdade, a rebeldia adolescente, arma para timidez, companheiro da solidão.

Parar de fumar é como trocar de personalidade. É abdicar por livre e espontânea vontade de quem sou. É trair e mandar embora minha amizade mais verdadeira. É enterrar 10 anos de gostosas, diárias e inconfundíveis histórias. Portanto, daqui a algumas horas, estarei em pleno luto. Velando e enterrando meu melhor amigo. E a sensação de que estou enterrando a mim mesma junto com ele.

Fumo (daqui a pouco fumava) simplesmente porque gosto. E gosto porque me sinto bem. Com o cigarro entre os dedos é como se estivesse de óculos escuros. Não me sintia sozinha em casa. Minha companhia nas horas intermináveis no hotel, quando estou muito longe de casa. Meu escudo para adorar sair sozinha. Era quase um segundo (ou quarto, quinto) gozo após o sexo. Praticamente uma injeção de criatividade e estratégia para o trabalho; bastava sair, fumar um cigarro que, com certeza, a idéia viria. Era mais um motivo para encontrar minhas amigas, o único ser com flexão masculina permitido fisicamente entre nós.

Na adolescência, motivo para matar aula, para transgredir leis, para me rebelar. Sou naturalmente rebelde de mim mesma. O cigarro sempre significou me permitir errar e fazer algo errado, enquanto todos cobravam e cobram assertividade. Meu apoio para ser quem quero, a hora que quero e porque quero. Sem interferências. Meu cigarro, meu dinheiro, minha boca, meu pulmão. Auto-flagelação. Controle absoluto da situação - Priscila descrita.

A dependência física eu controlo, apesar da abstinência ocasionar momentos de fúria e descontrole absolutos. Mas deixar de ser fumante é dor emocional. É desconstruir minha rotina e minha personalidade, tirar a pimenta do meu tempero, deixar meus outros defeitos agora em evidência. "Ah, tu é tão isso, aquilo, outrolá, pena que fuma...". Agora abandono a armadura. Vai ser mais fácil atingir o coração. Estou nua.

A partir de hoje, quem sou eu? Já não sei mais. Não tornei-me adolescente, muito menos adulta, sem minha proteção de nicotina. Estou desconstruída. Fragmentos de mim mesma. Uma ex-fumante. Ex-Priscila.

Medo, muito medo...

Isso é nojento. Onde vamos parar?!


"Bem-vindo ao admirável mundo novo das roupas íntimas masculinas, antes simples, feitas de algodão branco, agora um amplo mercado com variedade de cores, cortes e fibras de alta tecnologia, algumas vezes confeccionadas com tecidos que imitam o toque do cetim, outras com acabamentos típicos da lingerie feminina, como rendas e brilhos. http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI233005-EI1119,00.html









A foto não é tão dantesca pela qualidade do material que recheia a lingerie ridícula.
O problema é imaginar uma bunda cabeluda...

quarta-feira, setembro 27, 2006

Humpf!

Antes de ontem, no final do banho, o chuveiro queimou. Ainda não tinha passado pela minha cabea que um chuveiro poderia queimar, até porquê, sempre morei em casas que tinham, no mínimo, dois banheiros. E quando isso eventualmente acontecia, era facilmente resolvido simplesmente trocando o local do banho.
Pois então. Após consultar meus colegas do sexo masculino ontem, descobri que precisaria comprar uma resistência (engraçado, lembro claramente meu professor de física dizendo que o certo era resístor, mas nem as embalagens seguem isso) em qualquer supermercado e pôr em ação mais uma vez a minha super caixa de ferramentas.
Assim que cheguei à minha cidade dormitório, visitei o supermercado em busca do meu banho quente. E o que mais me indignou, além de não ter o diabo da peça por lá, foi ter que consultar um exemplar masculino que passava no corredor, para que pudesse afirmar que não servia as que tinham na gôndola. Fora que minha aventura para desligar aqueles fios todos e religá-los novamene na ordem certa seria, no mínimo, como jogar na mega-sena: uma chance em milhões de dar certo. Por que ainda precisamos de homens para essas coisas totalmente abobadas?! Por que não aprendemos de eletricidade da mesma forma que mamães ensinam suas filhas a fazer arroz?!
Bom, me restou tomar um banho frio para esfriar a cabeça. E funcionou. Com 13ºC lá fora, isso foi totalmente inevitável...

terça-feira, setembro 26, 2006

filho lindo da mamãe...














Diz o pai que é porque não sou eu que acordo às cinco da manhã com seus uivos, ou não é na minha grama que faz buracos imensos em busca de algo que ainda não descobri o que é...
Mas o que eu sei é que meu bebê é lindo!

Como diz a melhor campanha publicitária de todos os tempos: "Filhote é tudo de bom"

É pra rir ou pra chorar?!?!

Ontem, em Congonhas, fui subitamente parada na minha corrida para o embarque, por uma adolescente excitadíssima e ofegante:

- Wanessa Camargo, me dá um autógrafo?

E nem era vesga a coitada...

sexta-feira, setembro 22, 2006

Vvvvvvvvruum

E lá vou eu outra vez...

(ou não, pq desta vez vou de Varig)

quinta-feira, setembro 21, 2006

Eu trabalho no circo

Frases, ou melhor, pérolas recentes dos meus queridos colegas de trabalho:


"Olha aqui uma bola em alta!" (Diretor de Arte olhando um banco de imagens na internet).

"Gostei, vou chupar!" (outro DA, do sexo masculino, olhando referências de logotipos)

"Me ensina como é que mexe?" (a Assistente de Arte solicitando ajuda para um software)

"Gente, pelo amor de Deus, tá entrando tudo no meu!" (redator reclamando que as ligações da agência estavam caindo direto em seu ramal)

"Um pinguinho pode fazer um estrago enorme!" (nossa super tia do cafezinho reclamando de um pingo d’água no braço)

"Eu não sei se gosto maior..." (DA falando com outro DA, mostrando um logo na tela)

"Vem as duas, porque uma segura e a outra bate!" (DA referindo-se a duas atendimentos que vinham com más notícias)

"Bota a mão aqui atrás pra ver como tá quente!" (coleguinha se referindo à CPU de seu MacMini)

"Pronto meu rapaz! Agora é só colocar e descolocar o que tu quiser!" (sobre o ipod)

"Eu preciso de um bem preto pra me acordar!" (recepcionista referindo-se ao café)

"A gente precisa de alguém pra fazer o grosso!" (referindo-se à faxina na agência)

“Cada vez que eu leio os classificados, me sinto mais pobre.” (alguém referindo-se aos preços dos apartamentos em POA)

“Vocês preferem os longos ou grossos?!” (colega quase ingênua referindo-se a cílios postiços)

“Vou ligar para Deus com esse número.” (alguém da produção referindo-se a um telefone com nove dígitos que lhe foi passado)

“Esquenta até as partes baixas.” (referindo-se a uma das pontas do pala produzido pela mãe da funcionária)

VIVA!!!!

Talve um poucu mais magra, mas viva...
Obrigada pelas palavras fofas...

Depois de tirar todo o atraso e ver meus milhões de e-mails, passo por aqui de novo.

segunda-feira, setembro 18, 2006

Presságios....

Sonhei que via e pegava um jacaré. Segundo traduções de sonhos:

JACARÉ Vê-lo- as perspectivas econômicas, que há muito você tem em mente, vão se realizar em breve. Pegá-lo- indício de que vai prosseguir a temporada favorável de prosperidade material.

Ótimo! Mas, neste momento, só se eu gahar cada vez que vou ao banheiro. Estou com uma pane nos meus departamentos internos que estão ocasionando processos externos superiores e inferiores bastante desagradáveis. O diagnóstico é um tal de rotavirus...
Neste momento, estou indo pra casa, com o laptop da agência.

Trabalho, dinheiro, perspectivas econômicas, jacarés... é, se bem que já deram esse nome praquilo que tenho feito de 10 em 10 minutos...

Volto assim que der...

Inté!

De volta...

Depois de uma pequena temporada em São Paulo... a única coisa que tenho a dizer, além da já batida frase de que amo minha terra, é o seguinte:
Preciso urgentemente de uma amiga em São Paulo!!!!!!!!!!!!!
É simplesmente mais do que deprimente ficar duas noites, no coração de Moema, trancafiada no quarto do hotel por falta de companhia e fugindo dos "executivos babões e tarados de hall e restaurante de hotel".

terça-feira, setembro 12, 2006

Estarei lá no sábado...



















Para quem não me conhece pessoalmente, é uma boa oportunidade, já que estarei por lá.
Para quem quer fazer umas comprinhas básicas, chegou a chance! Sou cliente de tudo: das bijus maravilhosas, das bolsas de crochê ultra-mega fashions com brilhos e tudo, das peças em vidro, enfim. Como são artes feitas por publicitários, não há nada de mais cult e moderno.
Ah, claro, e uma ótima oportunidade também pra tomar um café num lugar nota dez, com gente bacana.
Fora que podemos falar de propaganda, de fofocas e de tudo o que quiserem.
Aos que forem lá, que não irão se arrepender, até sábado!!! Meus colegas de trabalho e eu esperamos vocês!

Mataram o morto!!!

"Uma mulher alemã decepou o pênis de seu marido recém falecido para colocá-lo em conserva como lembrança do seu casamento. Uta Schneider, 65 anos, usou um cutelo para retirar o membro do marido, Heinrich, 68 anos, dentro do hospital de Stuttgart, de acordo com o The Sun.
Ela enrolou o membro em papel alumínio e o colocou dentro de uma marmita para levá-lo para casa. Quando estava de saída a mulher foi parada por uma enfermeira e presa. Uta, casada com Heinrich há 35 anos, é acusada de mutilação.
Depois de presa, Uta declarou que "era o melhor dote de Heinrich e me dava muito prazer. Eu queria colocá-lo em conserva para a eternidade, ele teria gostado. Nós o chamávamos de joystick. Eu queria lembrar de meu marido ao ver o seu membro."



Cada uma... imaginem o dito cujo morto 2 vezes. Deve ter guardado num potinho de champignon... E a aparência, então?

Atendendo a pedidos


Iki, aí está minha bolsa liiiiiiiiiiiiiiiiiiinda (vinil dos dois lados)












E aqui está a próxima

segunda-feira, setembro 11, 2006

Sim, eu tenho problemas....

A Kelen consegue ir à dez lojas em Garopaba e gastar somente R$ 24,00, com dois singelospeixinhos pintados em palha.
A Alemoa vai ao Paraguai, passa por lá 4 dias e consegue gastar somente R$ 5,00 (nem dólares!!!).

De que mal eu sofro que não consigo ir nem na RBS sem comprar uma bolsa da menina da reportagem!?!?

"No canto do olho a menina dança
e dentro da menina
Ainda dança
E se você fecha o olho a menina ainda dança
dentro da menina
Ainda dança
Até o sol raiar
Até dentro de você nascer"

sexta-feira, setembro 08, 2006

RBS Fashion Week

Ontem passei a tarde na RBS, pois meu quêri estava gravando o programa Papo Clip e é lógico que eu tinha que ir lá xeretar. Adoro ficar nos bastidores, aquela correria: monta cenário, desmonta, passa o som, testa microfone, diretor falando como se estivesse no além, monitor, luzes, câmera, ação.
Fui em todos os estúdios, claro. Nossa noção de espaço, assistindo pela telinha, é totalmente equivocada. Alguns cenários não são maiores que o meu banheiro. E parecem imensos na televisão.
Mas o que mais gostei, de longe, além de matraquear com a Cristina Ranzolin no camarim enquanto estava sendo maquiada (tá, eu tava incomodando, mas minha bexiga não me permitiu não entrar), foi ver o Elói Zorzetto prontinho para apresentar o RBS Notícias: terno, camisa, gravata e.... calça jeans e sapatênis! hahahahahhaa eu sabia!!!!
Uma cena patética e deprimente...
Quarta à noite passei no supermercado (o que odeio) e, para encerrar a noite, resolvi investir (sim, pelo preço absurdo) no meu vinho predileto. Depois de guardar as compras, pôr no forno o jantar e ligar um sonzinho gostoso, separei a taça e o saca-rolhas. E foi então que resgatei da memória a última vez em que o havia usado: a tal espiral havia ficado dentro da rolha. Ótimo. Não tinha instrumento para abrir meu caro e delicioso cabernet...
O que fazer?
1) Pedir ao vizinho - esta seria uma ótima opção, se eu conhecesse algum além de um que é homem, médico e mora sozinho. Achei que pareceria um convite e descartei a idéia na hora.
2) Tentar usar o quebrado - opção rapidamente descartada depois da rolha ter virado serragem.
3) Desistir do vinho - nem pensar!
4) A caixa de ferramentas - ótimo. Opção escolhida.

E lá fui eu com meu arsenal de chaves de fenda. Fura, fura, fura, puxa! Nada.... tenta a outra: fura, fura, fura, puxa... nada! Quem sabe a chave estrela, mais grossa? fura, fura, fura, puxa! Nada... e este puxa era uma força absurda, com a garrafa presa entre os pés, a língua entre os dentes (minha expressão de força) e um ódio absurdo de mim mesmo. Tentei empurrar a rolha pra dentro. Nada! Entaladinha. E nada da rolha sair. Corram os olhos para o início do parágrafo: foi o que aconteceu. Meia hora depois eu tinha um conta-gotas de cabernet. hum, nada mal. Nem um pouco glamuroso, mas era o que tinha.
E comecei a pingar vinho na taça. Problema número 2: a rolha não saiu, não entrou, mas virou matéria prima. Peguei o coador (estão imaginando a cena?!?! Uma taça, um coador e um vinho a conta gotas?!?!). A serragem era menor que os furinhos... logo, o vinho continuava "amadeirado". Coador de café, claro! É, se eu passasse café resolveria, mas não tinha nenhum em casa. Apelei para o guardanapo. Peguei outra taça, estendi o guardanapo e comecei a operação de transferência. PQP o guardanapo era de boa qualidade. Não passou nada para o outro lado. Mas, nessa manobra de passar de uma taça pra outra, descobi que a maior parte das partículas ficava grudada no vidro (sim, minhas taças ainda não são de cristal).
Ufa! três goles de vinho. Três goles?!? Conta outra! Eu tomo a garrafa inteira sozinha, se deixar! E pinga outra vez e começa tudo de novo. Aí então sinto cheiro de queimado. A lasanha, lá no forno, começava a torrar. E então, finalmente, larguei a garrafa e desisti. Definitivamente não era para eu tomar vinho aquela noite. Ah, o humor?! Tava ótimo! Principalmente depois que meu exemplar da raça masculina chegou em casa e, num simples gesto, conseguiu empurrar a rolha para dentro da garrafa... Tá, eu tomo vinho tinto seco, tenho uma caixa de ferramentas que eu mesma montei, não sei sentar de saia, pago minhas contas, conserto o chuveiro, mas ainda sou menina: não tenho força suficiente pra abrir um pote de pepinos ou uma garrafa de vinho....,

quarta-feira, setembro 06, 2006

Pena que depois do almoço não posso fazer a mesma coisa...



"Cobra engole ovelha prenha e pára para descansar"

Estou chocada

Não pretendo ser melhor que ninguém, mas por favor, salvem aquela gente!
Para quem está acompanhando O Aprendiz, (quem não está recomendo), tem momentos hilários que superam o Casseta e Planeta e o horário eleitoral. São dignos de risadas de doer a barriga.
Adequação ao público-alvo é básico em propaganda. Mais do que básico, é o princípio para a construção de qualquer ação. Não adianta eu oferecer absorvente a uma criança, ou chupeta a uma senhora de 65 anos. Não precisa ser muito inteligente e nem publicitário para saber e entender isso.
Pois bem, a tarefa de ontem a qual os candidatos a ganhar 500 mil de salário e um emprego em New York era simplesmente fazer uma ação promocional para o iogurte Activia. Aquele que tem o lactobacilo dan regularis (já critiquei aqui esta campanha: faça cocô em uma semana ou devolvemos o seu dinheiro). Pois bem. Uma simples ação promocional no supermercado Exxtra.
Uma das equipes teve a proeza de, após horas de brain, chegar a "brilhante" idéia de oferecer como brinde, na compra do iogurte, um chapéu de caubói (sim, em português mesmo) e uma voltinha no touro mecânico. Sendo que é muito claro que o público-alvo são mulheres!!! Dava dor de ver as senhoras dizendo: "E a minha osteoporose?" Claro que o resultado foi catastrófico e a equipe perdeu a tarefa.
Não vou divagar aqui sobre teorias de comunicação, mas fico no mínimo chocada. Realmente adequação e bom senso estão cada vez mais em desuso. Mesmo que o prêmio para isso seja 500 mil reais.

Lágrimas

Isso é o que dá fazer o que não sabe... não era pra ter mudado ainda a carinha do meu blog.... tava só vendo como ficaria e pluft... aconteceu isso... buáááá.. perdi meu contador, logo agora (tá, foi em março) que a Bibi tinha configurado ele pra mim e eu podia ver quantas pessoas passavam por aqui e já tínhamos chegado a quase 5 mil acessos... tô de luto pelo contador, apesar de ter adorado essa nova carinha....

terça-feira, setembro 05, 2006

Loucuras

Vontade de comer couve refogada com bacon...
Não, não estou grávida. Deve ser saudade da minha mãe.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Woman Shopping

Meu melhor amigo assim definiu meu novo apelido.
Traduzam seu significado como quiserem. Minha criatividade ainda não foi tão além...

Comprando um filho

Quem me conhece sabe que sou simplesmente fissurada por cachorros. Infelizmente minha condição civil - morar sozinha e viajar horrores - não colabora para que eu possa ter um peludo me esperando em casa para quando eu chegar. Penso e sonho tanto em ter um cachorro que já tenho três imaginários, e já disse isso aqui uma vez. Pois bem. Eis que o moreno comprou uma casa e então finalmente consumamos a vontade de ter um filhote peludo. E ontem fomos buscá-lo na maternidade, a casa da mãe da alemoa. Um lindo, fofo e esperto Pastor Alemão. Finalmente, um cachorro só pras minhas pulgas. Nosso filhote fofo.
E na saga para achar um nome adequado para o totó, as opções eram tantas e tão deprimentes e a primeira experiência num veícuo automotor, que o coitadinho enjoou.
- Olha, amor, ele tá com os olhinhos cheios d´água, deve tá com saudade da mãe e dos irmãozinhos.
- Hugo.
E nosso filhinho, depois dessa, chamou o amigo mais umas cinco vezes. E então, é claro, o nome não podeia ser outro. Hugo Franzeck Cavalheiro. Mas quando chegamos à sua nova casinha e o então Hugo comeu tudo o que viu pela frente, seu nome mudou. E assim ficou: Ogro. que combina perfeitamente com a Fiona aqui.

sexta-feira, setembro 01, 2006

Eu não gostava de brincar de Lego porque não tinha a menor criatividade para costruir coisas com aquelas pecinhas... mas, em contrapartida, empre gostei de construir castelos: de areia, de cartas, de lápis e papel, de madeirinhas empilhadas. A princesa construindo seu próprio castelo, contrariando os clássicos infantis. Hoje, continuo construindo castelos, só que troquei a matéria-prima: hoje, eles são feitos de louças e louças empilhadas na pia...