quinta-feira, novembro 30, 2006


E quando a corda se rompe?! É possível consertá-la?

Ao insistir que sim, damos um nó e seguimos em frente. Aparentemente, permanecerá uma corda contínua. Mas muito, muito mais frágil. Dificilmente passará sem dificuldades por onde era transponível, sem trancar no remendo. E o nó permanecerá sempre ali. Se quisermos resgatar o início dela e relembrar o passado, o nó continuará ali para que lembremos que, um dia, a corda foi rompida.

Torna-se ainda mais difícil o remendo quando a corda é partida por outros e não por si mesmo. Porque será inevitável a cobrança de um dia a corda ter-se partido, da tentativa de remendá-la, dela permanecer com nó, da impossiblidade do conserto. Corda partida jamais será corda em sua essência novamente.

E quando esta corda não tem apenas um nó? Mas outro, e mais outro, e mais outro? De melhor corda existente, passará a corda muito frágil, inútil para algumas necessidades. E haverá sempre o medo. O medo de que ela se parta sem que ao menos se espere. Medo de que os nós tranquem naquela pequena passagem. Medo de que o nó seja desfeito e fiquem nas mãos pedaços do que um dia foi inteiro. Medo de que ao puxá-la, cheguemos sempre onde há um nó, esteja ele ali há mais ou menos tempo. Medo de jamais conseguir outra corda inteira e então permanecer só com os pedaços, sem superar a perda. Medo de voltar sempre ao mesmo trauma do rompimento. Medo de não ter forças para procurar outra corda. Medo de querer permanecer com a corda, mesmo partida.

Corda partida e remendada funciona. Mas com prazo de validade ou muita coragem. Porque o medo, ah, este sempre estará presente para quem não tem uma corda inteira nas mãos. A não ser que os nós permitam que ela continue sendo forte o suficiente para que você se enforque nela...

quarta-feira, novembro 29, 2006

E o mundo moderno...

... chegou ao Amigo Secreto (Oculto, para os paulistas que passam por aqui). Tudo on-line: lista de presentes, fórum de discussões e o sorteio, inclusive. Nada de roubar dizendo "me tirei". Nada de refazer o sorteio porque o último a tirar o tal papelzinho tirou a si próprio. Talvez um dia cheguemos ao ponto de trocar os presentes também pela internet... cada vez mais próximos e mais distantes. Sinceramente?!? Não tenho opinião formada a respeito. Por mais milagroso que isto posso parecer...

Às vezes odeio sonhar

Meus sonhos (aqueles que tenho à noite) me atormentam muito. Primeiro, porque um dia tornam-se quase realidade. Às vezes não sei definir se foi sonho ou realidade. Segundo, porque ele realmente viram realidade. Como sou muito intuitiva, quando estes sonhos acontecem, acordo com a certeza de que trata-se deste tipo de sonho. E é só investigar para ver. Bingo! é inevitável.

E hoje foi uma noite destas. Em que sonhei o que não queria sonhar e acordei com a certeza de que é verdade. Às vezes queria ser bem, mas bem menos intuitiva do que sou. Acho que seria muito mais feliz...

terça-feira, novembro 28, 2006

Antes tarde do que nunca...

... estou de volta...

Parecia que eu estava adivinhando a peleia que vinha pela frente...
Depois de mais de duas horas de cirurgia, sobrevivi. O tal dente estava preso no maxilar junto ao seio da face e, caso o dentista descuidasse, o dito cujo cairia naquele buraco e por lá ficaria para o resto da vida...
O resultado foi quatro dias de molho, muito remédio e muita dor...

E, para quem não é fã incondicional de doce, passar todos estes dias a sorvete, iogurte, toddyinho, papinha de frutas de neném, danoninho e todas estas papas, acho que esta foi a parte mais difícil. Não vejo a hora de me esbaldar num pedaço de carne suculenta.

E cá estou eu, tentando trabalhar, enquanto a dor ainda persiste e a bochecha permanece inchada. Mas tudo bem, nem perto do que estava... Cheguei a pensar que ficaria com estrias, de tanto que a bochecha inchou....

Ah! agradeço o pensamento positivo de todo mundo, os telefonemas, mensagens e recadinhos... mas, sinto muito, meus bens continuam sob minha posse! ; )

quinta-feira, novembro 23, 2006

Maria do Bairro

Amanhã vou arrancar meu juízo antes que ele tenha ao menos chegado...
E estou com muito, muito medo. Já sonhei três vezes que todos correm atrás de mim enquanto fujo, já chorei de medo, já pensei em desistir uma centana de vezes.
Na minha vida já fiz quatro cirurgias... somando todas as vezes que fiquei hospitalizada, somam-se, no mínimo, mais de dois meses... sei tudo de anestesia geral, antibióticos, do sorinho que tem que ficar cuidando pra não acabar e até do pé já tive que tirar sangue porque não tinha mais veias nas mãos e nos braços. Tiro tudo isso de letra!!! Mas infelizmente, arrancar o meu ciso, está sendo um dramalhão mexicano.

Espero sobreviver... desde já deixo minha geladeira pra minha mãe, meu ventilador de teto pro Girasole, meu fogão para minha avó, minha tv a cabo para meu namorado, meu guarda-roupa para meu irmão, as roupas que estão dentro para as minhas irmãs e o monte de dívidas para quem disser que estou sendo dramática.

quarta-feira, novembro 22, 2006

Pilotando a churrasqueira

Não sei se é tradição na minha pequena família, mas hábito, pelo menos, é: as mulheres pilotam a churrasqueira. Neste caso, minha avó e eu. Depois que ontem eu saí mais cedo do trabalho com o objetivo de assar um churrasco e minhas colegas não acreditaram, parei para pensar: realmente não é tão normal assim que uma mulher faça churrasco. Mas, no meu caso, além de ser normal, é o retrato da minha avó e dos almoços em família...

Minha avó é uma pimentinha. Não só pela plantação em seu jardim de todos os tipos de pimenta existentes, e pela sua comida que - para desespero do meu moreno - é totalmente enfeitada por todas elas. Ela é a pimenta em pessoa.

Não mede mais que um metro e meio, mas consegue mandar em todo mundo. Uma nordestina arretada que por onde passa, não passa despercebida. Dona de pernas invejáveis aos 73 anos, é daquelas mulheres que conseguem aglomerar pessoas em prol de algo, uma idéia ou um ideal e, claro, todos a obedecem. Fundou um jornal da praia onde mora, foi presidente do clube de mães, pessoa influente no partido que participa, enfim. Onde ela está tem discurso, consultas e obediência. Ninguém pode com a Dona Nete. Mas ela não faz aquele perfil autoritário quase nazista. É praticamente uma hipnose coletiva.

Pois bem, mas eu falava do churrasco. Cresci com a minha avó pilotando a churrasqueira. Controlando o fogo com pingos esporádicos de água, o pano de prato nos ombros, os dedos dos pés na ponta para enxergar a carne assando. Aprendi a espetar o coraçãozinho, um para cada lado, para assar por igual. Não sei costurar, mas sei que a costela se espeta como se estivesse alinhavando o tecido. Não sei fazer feijão, mas sei a quantidade exata de sal grosso para temperar uma picanha. Não sei bater uma maionese, mas conheço a dança dos espetos para que o pedaço de vazio fique suculento, o frango asse de dentro para fora e o salsichão fique pronto antes da carne. Não consigo submeter minhas roupas ao calor do ferro de passar por mais de 10 minutos antes de jogar tudo pro alto, mas tenho paciência para esperar ao menos meia hora para que o fogo esteja no ponto de iniciar o ritual do churrasco. Tudo graças a minha avó pimentinha.
Porque para mim sempre foi normal ver o meu avô arrumando a mesa, os pratos, os talheres e fazendo o suco de laranja, enquanto minha avó degusta uma cervejinha e fuma seu cigarro à beira da churrasqueira. Com as unhas impecavelmente pintadas de vermelho, o cabelo bem pintado e alinhado, a roupa mostrando as pernas fortes e musculosas.
Muito herdei da minha avó. A genética foi forte e às vezes acho que a gente divide o mesmo sangue. Mas a minha avó, além de tudo o que descrevi, faz muito bem também tudo o que eu não sei: passa impecavelmente uma roupa, cozinha um feijão com charque como ninguém, costura e mais uma infinidade de coisas. Só não peça para que ela limpe a casa ou lave a louça. Verá a Dona Nete subir pelas paredes. É... eu disse que a genética era forte...


Ah, para quem duvida, é só me chamar, faço o churrasco com o maior prazer. Só não me peçam pra lavar a louça e fazer a maionese...

terça-feira, novembro 21, 2006

Sibilante girafa

Agora que finalmente meu orçamento me permitiu aderir ao mundo da tv à cabo, nem acredito que me livrei da novela das oito. Não serei aqui hipócrita e afirmar que não vejo novela, pelo contrário, adoro! Mas essa, do Manoel Carlos, juntou gente demais que abomino na telinha...
A começar pela Regina Duarte e sua interpretação alongada. Sim, porque aqueles movimentos do pescoço, que mais parecem vindo de uma tartaruga, por favor, não me digam que é interpretação.
Depois, o chato do Edson Celulari que me enoja desde o tempo de Fera Ferida (no corpo, na alma e no coraçaãããããão) que, pra ator, falta nascer de novo... A Ana Paula Arósio, coitada, deveria ter ficado nas novelas de época para continuar como uma ótima atriz na minha avaliação. E por aí vai, um saco de gente chata.
Mas a pior de todas de longe, na minha opinião, é a Sônia Brega. Pqp, porque foram desenterrar a mulher? Que a deixassem na Big Aple, ninguém estava sentindo falta... Além dela sibilar ao invés de falar, estica aquele pescoço (outra!?) pra frente para não aparecerem as rugas e não me convence nem um pouquinho naquelas cenas meditativas. Acho que agora agradeço por não ter me desbancado para o Rio de Janeiro para ser filha dela, mesmo que na ficção.

Mas o que eu queria mesmo dizer é que, mesmo me livrando da Sônia Braga no horário nobre da plim-plim, ainda tive que agüentá-la no meu seriado predileto. E não é que sibilante girafa é também uma artista plástica!? A única diferença é que em Sex and the City as rugas ainda não tinham sido escondidas pelo Pitanguy...

segunda-feira, novembro 20, 2006

Eu era uma das muitas crianças lá ontem...






O show deles é realmente maravilhoso, tanto quanto o dvd.

P.S - quem quiser dar um belo e instrutivo presente para uma criança, compre o dvd do show deles, o Pé com Pé. Uma obra-prima da boa música brasileira de raiz.
www.palavracantada.com.br

sexta-feira, novembro 17, 2006

E para ajudar...

... parece que as pessoas escolhem o dia certo pra me atucanar.

ESTOU NA TPM!!! NÃO DÁ PRA ENTENDER QUE TODOS OS MEUS BOTÕES ESTÃO APERTADOS?!?!?!!?!?!?

Dá licença...

... tô na TPM...

Fiquei acordada até de madrugada para assistir um filme podre.

Deixei a porta da sacada aberta ontem e todas as folhas e terra que circulavam no ar com a ventania resolveram estacionar no chão que quase me matei para limpar anteontem.

Meu dente persiste doendo e minha conta bancária continua incompatível com a urgência do tratamento e o 13º vem só no final do mês.

O redator insiste em querer me convencer que simplesmente transcrever o meu briefing é criar alguma coisa.

A noite de hoje poderia ser muito pior mas, mesmo com a notícia de ontem, minha cabeça não deixa de pensar o que já é absurdo, burro e tolo pensar.

Estou com uma roupa que não queria estar, com um sapato que não gosto e meu cabelo, por milagre, resolveu se revoltar.

Resumindo: não deveria ter levantado da cama hoje...

quinta-feira, novembro 16, 2006

Melhor notícia dos últimos tempos, da última semana

E já que sou legal, nem vou rogar praga para que nasça com nariz de cenoura!

Destruída

Após um feriado de dia lindo, ensolarado, quente, próprio para fazer o que a Dani fez, estou simplesmente moída... Tudo porque aproveitei o dia lindo, ensolarado e quente para desconstruir a minha casa. Simplesmente pus abaixo TODOS os armários. Limpei e organizei tudo de novo. Aquela função, né, de põe roupa de inverno pra cima, desce as de verão, resgata do fundo escuro aquelas blusinhas que você nem lembra mais que existiam, remove os elefantes que se escondiam lá dentro e separa de novo tudo por cor: pilha de blusinhas brancas, rosa, cores quentes, pretas, azuis. Lindo... até a próxima máquina de roupas limpas...

terça-feira, novembro 14, 2006

Caderno de Empregos ContandoConfetes

Procura-se

Redator publicitário para agência de endomarketing.
Mandar currículo e portfólio para priscilafranzeck@gmail.com

Procura-se

Freela de diretor de arte, domínio de freehand, com nota fiscal, para agência de endomarketing.
Mandar currículo e portfólio em jpg para priscilafranzeck@gmail.com

Procura-se

Recepcionista, horário das 7h às 13h, salário de R$ 700,00 + VT e VR. Requisitos: 1,70m de altura no mínimo, magra e de preferência loira (tô falando sério, é pra portaria aqui do prédio da agência). Currículos para priscilafranzeck@gmail.com

Oferece-se

Jornalista com experiência em assessoria de comunicação de grandes empresas, com domínio fluente em espanhol, inglês e italiano. Atravesso contatos: priscilafranzeck@gmail.com

Oferece-se

Enfermeira querida, inteligente e muito competente, com formação em mestrado e livros publicados na área, professora acadêmica de graduação e pós graduação, procura mercado na capital. Pré-requisito: salário superior a 7 mil reais. Atravesso contatos: priscilafranzeck@gmail.com

Oferece-se

Experiente maquiadora para jobs publicitários, book´s e desfiles, com vasta experiência e portifólio. Atendimento em estúdios fotográficos, produtoras de vídeo e particular. Atravesso contatos: priscilafranzeck@gmail.com

Oferece-se

Produção de jingles publicitários, com criação de letra e arranjos. Experiência com grandes empresas e instituições do mercado. Atravesso contatos: priscilafranzeck@gmail.com

segunda-feira, novembro 13, 2006

Respondendo ao post abaixo...

Para fazer algo sumir, gaste R$150,00 que você não tem entre táxis, dentista e raio-x, em mais ou menos 40 minutos.

Depois, mais R$50,00 que você também não tinha na farmácia, em antibióticos.

E, para completar, desista de vários planos, resolva sentir dor, gaste ainda mais o que você não tem e marque uma cirurgia para extrair o ciso. Fácil, fácil.

Para este caso, não há santo que ajude. Talvez só a fadinha do dente, e olhe lá. Aliás, se eu deixar para ela meu dente debaixo do travesseiro, serei ressarcida?
Para achar alguma coisa basta dar três pulinhos pra São Longuinho...

Para sumir algo, faço o quê?!

Ou sumo com minha dor de dente ou ela some comigo...

sexta-feira, novembro 10, 2006

Dúvida cruel...

Alguém pode me explicar uma coisa?!

Agora que temos uma governadora mulher, como fica a Campanha do Agasalho do gabinete da Primeira Dama?!?!? Teremos um gabinete do Primeiro Cavalheiro??!?

E a consultoria continuou para as minhas colegas...

quinta-feira, novembro 09, 2006

Personal Stylist

Não sou famosa, nem rica, mas tenho uma. E se já não fosse bom, ela é minha irmã do coração (ou branca, como preferir). e se já era minha personal stylist pessoalmente, agora tenho consultoria e loja virtual.

A Alice tem um talento nato. À bordo de uma máquina de costura, consegue fazer mágicas de por David Copperfield no chinelo. São roupas simplesmente LINDAS que saem diretamente de seu cérebro mirabolante e prático para os tecidos. É simplemente desconsertante... além disso, consegue se vestir como ninguém e transformar uma gravata num cinto, por exemplo. Ou então mergulhar no baú da vó dela e montar vários looks moderníssimos.

Pois bem, mas o assunto é outro. Eis que hoje pela manhã eu comento por ela por e-mail que preciso de um modelito pra festa de final de ano da agência. Descrevi o tema da festa (tropical, à beira do Guaíba, etc e tal) e disse mais ou menos o que queria. E não é que, em dez minutos, a resposta do meu e-mail foi essa!? E não é que agora, algumas horas depois, ela já está fazendo isso para as minhas colegas também?!?

Et, vou te empresariar, hein!?

Modelitos e dicas de moda: als.1980@hotmail.com

quarta-feira, novembro 08, 2006

Esta semana...

... tenho corrido mais que ramster em rodinha... Vou enlouquecer...
Tudo bem, né, eu sempre disse que gosto de muito trabalho...

Mas seria melhor se eu conseguisse ao menos deligar à noite. Hoje, 4 e meia da manhã, meus olhos estavam estalados enquanto eu fazia briefings mentais...

segunda-feira, novembro 06, 2006

Elementar, minha cara...

Descobri há algum tempo atrás que tem uma duplinha musical chamada Klaus e Vanessa que está muito na moda ultimamente aqui em Porto Alegre (confesso que nunca assisti, ouvi ou qq coisa do gênero, mas já detesto só por uma pessoa que abomino gostar). Mas tudo bem. O assunto aqui é outro.

Se há pouco tempo atrás descobri que existe, descobri hoje, olhando para a fotinho deles, que achei que era a dupla errada. Basicamente porque os tais Klaus e Vanessa se não têm a minha idade, é algo próximo. Logo, jamais poderia ser a tal dupla que havia especulado.

Para mim, alguma coisa e Vanessa era uma tal de dupla que eu escutava quando eu tinha uns dez anos de idade. Um homem e uma mulher, ele de cabelos cacheados, que cantavam de mãos dadas uma musiquinha: "Foi um sonho de verão, numa praia Quatro semanas de amor Em noites de luar, sob a luz das estrelas, Eu e você... O seu nome eu escrevi na areia A onda do mar apagou Em cada pôr de sol, a saudade incendeia, Meu coração". Era muuuuito brega, mas até o élepê eu tinha.

Pois bem. Hoje eu descobri que essa tal dupla era Luan e Vanessa. Tudo bem que não faz a menor diferença... Mas que eu tô cantando há duas horas, e que minhas colegas estão à ponto de jogar o monitor na minha cabeça, ah, eu estou...

Blééééécs

Meu mau humor no dia de hoje é proporcional:

- À chuva que cai torrencialmente.
- À minha burrice e pretensão de achar que moro no sertão e, claro, por ser o sertão e não chover nunca, acreditar que um guarda-chuva é artigo dispensável.
- Ao desconforto de estar ensopada.
- Ao prazer de pôr na lixeira e todo mundo me achar louca, a sombrinha que um dia paguei 50 reais e hoje era um tecido desmunhecado que me proporcionou estar com cheiro de cachorro molhado.
- À incompetência do site do banco que quando preciso não funciona.

quinta-feira, novembro 02, 2006

Vontade, neste exato instante...



... de morder esse braço aí...
Mas estou impedida porque estou trabalhando em pleno feriado e a quilômetros de distância...

quarta-feira, novembro 01, 2006

Elementar, meu caro...

Se minha brincadeira predileta - detetive - sozinha já era o máximo e funcionava mesmo agora, com amigas para brincar, é muuuuuuuuuito mais legal!

Os meus botões

Faz uma semana que ganhei uma tarefa: cuidar dos meus botões.
Explico (a teoria não é minha, é do meu melhoramigopublicitárioterapeutamileumautilidades):

Segundo ele, tenho vários botões. Estes botões são relacionados a família, trabalho, amigos, valores, crenças, sentimentos. Como todos nós temos. O problema é que eles não podem ficar expostos para que os outros possam chegar perto e apertá-los.
Claro, isso é uma metáfora relacionada com a minha fragilidade de ser facilmente atingida. Meus botões são facilmente "apertáveis" porque as pessoas sabem das reações: raiva, mágoa, tristeza, dor, frustração, decepção, etc. E existem aquelas pessoas que se alimentam destas energias negativas, certo?! Ao ver as pessoas ao redor chateadas ou qualquer um dos sentimentos acima, infelizmente sentem-se fortes e renovadas. Mas não podemos mudar aos outros. Temos, sim, é que aprender a nos defender.

Ou, no meu caso, cuidar dos meus botões.

Mas como disse antes, faz só uma semana que estou com esta tarefa. Tem funcionado muito. Meus botões estão mais guardadinhos, reservados. São apertados, é claro, não cheguei à perfeição da técnica ainda - mas ao menos as reações já não são tão notórias assim. Digamos que, se ainda não cheguei no estágio de proteger ao máximo meus queridos botões, ao menos os programei para o mute.