segunda-feira, dezembro 24, 2007

Após contagem regressiva cá estou eu, enfim, de férias...

Passei por aqui para desejar a todos um feliz natal e que 2008 seja ainda melhor que 2007.
Cérebro em férias, sem inspiração alguma para escrever algo mais útil...

Volto em 2008.

Fui!!

terça-feira, dezembro 18, 2007

FALTAM 3 DIAS... 3 DIAS PARA AS FÉRIAS....

sexta-feira, dezembro 14, 2007

De que adianta ter gominhos, se o gosto de laranja velha é o mesmo!?

Língua

Conversa depois do almoço pelo êmeésseêne com a Ale, minha irmã, e ela me larga esta, sem mais nem menos:

- Pri, tu já tentou segurar um copo com a língua?
- Hã?
- É sério, nossa língua é muito larga!!
- (explosão de risadas daqui deste lado do monitor)
- Sério mesmo, tu nunca botou a língua pra fora, na frente do espelho? Tapa todo o queixo!
- (impossível digitar chorando de rir)
- Mas, por outro lado, é bem legal... Até já consegui levar um copo de ceva com ela!

Precisei, é claro, desligar o monitor para dar uma averiguada. Realmente... uma língua com 6cm de largura é uma língua muito larga. Traumatizei.

quinta-feira, dezembro 13, 2007

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Querido papai noel...

Cá estou, como todas as demais bilhões de pessoas sobre este planeta que, nesta época, o confundem com Deus. É sério... duvido que tanta gente fale com o cara lá de cima ao mesmo tempo, como nestes últimos meses do ano. Mas tudo bem. Não quero eu ficar aqui ficar divagando sobre a quem de vocês dois o natal realmente pertence hoje em dia. Até porque não saberia responder a esta pergunta.

Queria mesmo era te escrever, papai noel. Um e-mail, é claro, pois o senhor já está na era digital. Os anões já são robôs? E seu trenó, é o maior Airbus do mundo? Olha, com a quantidade de renas aqui embaixo eu não duvido disso não. Ops, me enganei, desculpe, o senhor realmente está aqui embaixo. Ou melhor: aí em cima, geograficamente falando. Tsc, ah, o senhor entendeu.

Mas eu dizia que queria escrever. Não sei se pra pedir alguma coisa. Na verdade, acho que o senhor passou lá em casa todos os meses. E eu achei muito querido, já que nos últimos anos estou sempre morando numa casa diferente. E falando em casa, neste ano consegui mobiliar todo o meu apartamento, como há tantos anos idealizei. Isto é uma conquista e tanto. Mesmo que meu gatinho que durou uma semana lá em casa tenha destruído algumas coisinhas, hoje tenho um apartamento que está muito próximo do que gostaria. Só falta poder chamá-lo genuinamente de meu.... mas tudo tem seu tempo, né, papai noel? O senhor sabe o quanto me deixa muito mais feliz poder dividir o que ganho com quem amo. Mas também não se comova com esta frase. Eu gasto demais em futilidades também.

Foi um ano em que o senhor deixou lá na minha grade contra morcegos, porque isto deve ter impedido o senhor de entrar janela adentro, uma grande chance de crescimento profissional. Um ano em que passei por grandes provações, papai noel. Um ano em que precisei decidir definitivamente pela minha profissão. Onde precisei escapar de alguns obstáculos também, mas felizmente sobraram alguns arranhões já cicatrizados. E o melhor de tudo! Marcas que ficaram como aprendizado. E obrigada, papai noel, pelos dois novos clientes maravilhosos que o senhor deixou aqui pra mim, nestas últimas semanas. Prometo cuidar deles muito bem.

Dois mil e sete, papai noel, foi um ano em que o senhor me deixou de presente uma grande lição: que não se deve confiar em todos. E que eu não sou boa o tempo inteiro. Mas eu queria ter chorado e sofrido menos, bom velhinho. Mas foi muito bom para me convencer que os amigos mesmo enchem apenas uma mão. Talvez ainda metade da outra. E que aos poucos nos damos conta de quem realmente podemos e devemos fazer volume nas mãos, mesmo que estes amigos surjam inesperadamente e fiquem. Mas que o que vale mesmo é o que está aqui dentro do coração, chamado amor incondicional. Que só os laços familiares nos trazem. E o bom é que estas amarras não precisam vir desde a infância. Às vezes somos surpreendidos por eles ao longo da vida.

Este ano, senhor papai noel, foi o ano em que realizei um grande sonho: viajar entre amigas. E fui para o exterior, acredita? É... nunca tinha ido... está certo que não foi para muito longe, mas teve status de. E foi bom demais. E o melhor de tudo, papai noel, é que o senhor me trouxe a mesma oportunidade novamente, no mesmo ano, junto com o maior presente que posso agradecer hoje: minhas queridas férias. É, eu sei que o senhor trabalha ininterruptamente nos últimos anos, mas também bem sabe que isso gera estresse e não quero ficar com esta forma aí. Seis anos de atividades sem pausa já é um bom número. E o senhor bem sabe o quanto preciso descansar.

Por fim, papai noel, é mais forte do que eu e, afinal de contas, de praxe fazer um pedido. E tenho somente um, de verdade, do fundo do meu coração: eu queria saúde. Para mim, para minha família. Acho que ela, sim, perdeu o caminho e esqueceu onde moramos. Preciso da minha mãe muito forte, papai noel. Isso o senhor consegue, né? Somente saúde.

Obrigada por ter lido esta carta até o fim, meu bom velhinho. Mas este ano só tenho a agradecer.

P.S - se couber entre os demais presentes, o senhor pode me trazer também um martelo? É, eu tenho uma rebitadeira em casa mas não tenho um martelo. Está certo que ela tem servido para bater preguinhos na parede, mesmo que não sirva pra isso, mas acho que um martelo facilitaria bastante a minha vida.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

O gordinho do Murphy

Sempre, mas sempre chove quando as janelas do meu apartamento estão abertas e a roupa seca no varal. E eu suficientemente longe e ocupada para evitar.

Sim, esta sou eu.

Priscila, publicitária, de dois de dois.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Desabafo...

(suspiro longo, sem fim)


Obrigada.

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Você está com sono.... MUITO sono...

Fui acometida pela tradicional insônia de domingo. Mas hoje, extrapolou qualquer limite aceitável. Simplesmente o cérebro não parou de funcionar. Sensação de sapatear e não sair do mesmo lugar. Muito por fazer. Preocupações, nervosismo. Ingredientes suficientes para o não-sono, aliada a garrafa térmica cheia em forma de chimarrão, às nove da noite.
O resultado foram míseros 55 minutos de sono. E nada mais.