Dia 26 de junho. O dia em que vim atrás de um sonho.
Ontem deixei meu amor e minha família, meus amigos, minha casa recém montada, meu emprego e minha linda e bela Porto Alegre. Minha residência agora é São Paulo. E este é meu novo lugar de trabalho. Meu apê virou um flat.
Tudo aconteceu em duas semanas. Estou completamente anestesiada para as emoções. Realização, emoção, saudade, felicidade, êxtase, tristeza, alegria. Todos híbridos dentro de mim, talvez por isso esteja meio bloqueada para escrever.
A única coisa que tenho muita vontade de dizer, agora, é: OBRIGADA. Pela compreensão e apoio do meu amor, dos meus pais e avós e meus irmãos, pelos abraços e palavras preciosas de incentivo dos meus amigos e pela oportunidade que tenho em mãos de realizar um grande sonho. Quem acalento e por quem luto todos os dias, há muito tempo.
"Sonhe. Acredite. Faça acontecer". Foi um dos últimos títulos que li na agência e fazia tempo que eu não lia algo que me fizesse querer transformar para primeira pessoa. Enfim, me torno cada vez mais uma pessoa com mais acabativas do que iniciativas. E por mais paradoxo que isso possa parecer, é só o começo...
sexta-feira, junho 27, 2008
quarta-feira, junho 25, 2008
Da série de despedidas...
Desde sábado estou me despedindo. Será duro definir a mais dolorosa. O olhar da minha avó, que dizia não haver mais tempo para estarmos juntas, ainda é um nó não desatado aqui dentro. E que talvez só será aberto efetivamente na quinta, sentada na poltrona do avião.
Ontem, mais uma despedida. Foi como se eu deixasse mais uma parte de mim, ao abraçar cada um. Meus dedos não deram conta de escrever para tantos quanto gostaria. Mas acalento a certeza de que cada um sabe a importância que tem para mim.
E hoje mais uma. Minha festa de despedida entre aqueles que puderem passar por lá para me dar um abraço de até logo. E que eu desate todos os nós. Porque a pior despedida ainda está reservada para amanhã...
Quem não recebeu o convite e quer me dar um abraço, me escreve. priscilafbarbosa@hotmail.com
Ontem, mais uma despedida. Foi como se eu deixasse mais uma parte de mim, ao abraçar cada um. Meus dedos não deram conta de escrever para tantos quanto gostaria. Mas acalento a certeza de que cada um sabe a importância que tem para mim.
E hoje mais uma. Minha festa de despedida entre aqueles que puderem passar por lá para me dar um abraço de até logo. E que eu desate todos os nós. Porque a pior despedida ainda está reservada para amanhã...
Quem não recebeu o convite e quer me dar um abraço, me escreve. priscilafbarbosa@hotmail.com
quarta-feira, junho 18, 2008
Uma bolha de ar que sobe e desce aqui dentro. Ansiedade, expectativas. Absolutamente normal para quem tem uma única certeza sobre sua própria vida a partir de 28 de junho: um grande passo.
A sensação é a mesma da terceira campainha e ao abrir as cortinas, antes do espetáculo. A respiração é ofegante, a música toma conta, o breu da platéia e os holofotes no palco. Abrem-se as cortinas e tudo, absolutamente tudo depende apenas de ti. Aplausos ou vaias serão apenas conseqüência do esforço e de muito tempo de preparação.
Estou pronta para o maior desafio da minha vida. Pronta para o que não sei que irei sentir e para me dedicar como nunca. Pronta para voar para o sul, para o norte, para o galho mais alto daquela árvore. João de barro. Livre. Pois nasci passarinho. Esta é a minha essência e sempre será.
A sensação é a mesma da terceira campainha e ao abrir as cortinas, antes do espetáculo. A respiração é ofegante, a música toma conta, o breu da platéia e os holofotes no palco. Abrem-se as cortinas e tudo, absolutamente tudo depende apenas de ti. Aplausos ou vaias serão apenas conseqüência do esforço e de muito tempo de preparação.
Estou pronta para o maior desafio da minha vida. Pronta para o que não sei que irei sentir e para me dedicar como nunca. Pronta para voar para o sul, para o norte, para o galho mais alto daquela árvore. João de barro. Livre. Pois nasci passarinho. Esta é a minha essência e sempre será.
sexta-feira, junho 13, 2008
Por onde eu começo?
Já diria uma amiga: Pelo começo.Tanta coisa por fazer, tantos sentimentos ao mesmo tempo e uma única certeza: estou muito feliz. Apesar de ainda descrer que é para mim tanta coisa boa.
De Pollyanna a Dorothy em 3 dias.
quinta-feira, junho 12, 2008
terça-feira, junho 03, 2008
Eu sei. Pode ser agora?
"- Você brincava daquela brincadeira chamada MÊS quando era criança? Que depois de perguntar de olhos vendados qual mês, qual mês..etc...terminava com a fatídica pergunta?
- Não...
- Enfim...a pergunta era: 'O quê você quer do mundo?' ...
E daí você escolhia uma das coisas e a coisa da pessoa escolhida fazia com que ela ficasse na liderança...
Pense nesta pergunta no fim de semana...
Talvez você não tenha as respostas de todos os seus anseios... mas o quanto mais você ficar incomodada, quanto mais perguntas surgirem, mais você sentirá que pode fazer as coisas acontecerem."
Este diálogo, ípsis líteres, pelo msn, aconteceu em fevereiro.
E ainda ecoa aqui dentro.
- Não...
- Enfim...a pergunta era: 'O quê você quer do mundo?' ...
E daí você escolhia uma das coisas e a coisa da pessoa escolhida fazia com que ela ficasse na liderança...
Pense nesta pergunta no fim de semana...
Talvez você não tenha as respostas de todos os seus anseios... mas o quanto mais você ficar incomodada, quanto mais perguntas surgirem, mais você sentirá que pode fazer as coisas acontecerem."
Este diálogo, ípsis líteres, pelo msn, aconteceu em fevereiro.
E ainda ecoa aqui dentro.
segunda-feira, junho 02, 2008
Ah, esqueci de dizer.
Priscila versão original de fábrica.
Priscila de volta às raízes.
Morena, morena mesmo. Irreconhecível no meu espelho.
Longo adeus aos fios claros.
Priscila de volta às raízes.
Morena, morena mesmo. Irreconhecível no meu espelho.
Longo adeus aos fios claros.
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