quinta-feira, julho 31, 2008

Variações do mesmo tema

Como a minha vida tem sido só trabalho, na minha jornada de mais de 70 horas de trabalho por semana, não tenho muitas novidades fora deste tema.

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Parece que vai chover neste fim de semana, depois de 40 dias de seca. Claro, eu vou pra Santos. Por acaso já viram eu ir pra praia sem chover!?

terça-feira, julho 29, 2008

Querido diário

Meu fim de semana em casa foi delicioso, apesar de não ter visto 1/3 das pessoas que gostaria de abraçar. Como diz meu moreno, voltar pra casa transformou-se num evento. E é verdade. Além das pessoas que amo, revi o inverno e a chuva, ausentes nos últimos 30 dias.

Mas apesar de ter ficado por lá os últimos três dias, ainda não estou contente, querido diário. Na verdade dói muito aqui dentro pensar que exatamente hoje não estou por lá. Faço questão de estar presente em momentos importantes e não conseguirei cumprir isso.

Hoje eles lançam o segundo cd. Bem produzido, de excelente qualidade e com um projeto arrojado e diferenciado. Faz treze anos que a Banda Vide Bula está nesta luta. Espero que a partir de agora tenham enfim, um ainda maior sucesso que merecem. Sem dúvida nenhuma.

Meu amor... só tu sabe como gostaria de estar contigo neste dia... toda a minha energia e meu desejo de que tudo dê ainda mais certo do que queremos. Te amo.

sexta-feira, julho 25, 2008

"Quando assim, meio down
vou pra Porto e bah! tri legal!
Coisas de magia, sei lá
Paralelo trinta

Deu pra ti, baixo astral
vou Porto Alegre e tchau!"
Cleiton e Kledir

Ah... minha terra... meu amor, minha família, meus amigos. Segunda-feira estarei de volta, renovada.

p.s - acabei de ler que a mínima no estado foi de 2º esta noite. Aqui é verão: sandália e blusinha. Um choque térmico me espera.

quinta-feira, julho 24, 2008

Falando em cópia...

... vou plagiar descaradamente a Jojô, mostrando as buscas da semana:

Surreal


Esse aqui é absurdo. E ele sempre digita a mesma coisa no google pra chegar aqui.

Figurinha repetida

Cá por estas bandas, seja por saudade ou simplesmente para procurar referências, estou chegando à conclusão de que as pessoas têm cópias. É impressionante. Para cada um que olho, enxergo alguém com quem já tenha convivido.

terça-feira, julho 22, 2008

Um viva à conta de luz!

Minha casa é, digamos, um pouquinho (MUITO) barulhenta, também por conta dos aviões a cada 3 minutos. Portanto, se eu já era surda vendo televisão, agora a situação está meio caótica. Além disso, acabei de descobrir que causa prejuízos. Sim, porque a pateta hoje de manhã sentou no sofá, logo ao acordar, e ouviu um ruído ao longe. Depois de muito quebrar a cabeça pensando de onde aquele som ambiente poderia estar vindo, olhei para o lado e, a cerca de 30 centímetros estava o aparelho de som, LIGADO DESDE SÁBADO!!! Mereço um prêmio. Ou um aparelho para surdez.

sexta-feira, julho 18, 2008

Tenho sonhado, sem exceções, todas as noites com a minha família. Esta noite foi com as minhas irmãs. Ao chegar na agência e entrar no msn, pula a janelinha da Téia: "acordei pensando em ti". Em seguida, a Ale diz: "sonhei contigo esta noite". Das duas uma: ou minha saudade imensa está atraindo o pensamento delas ou, realmente, passamos a noite juntas.

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Amor, como tu pode te entristecer com a distância?! Sorria!! Tu não tá por perto na minha TPM!!! :D

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Aliás, falando em TPM, amanhã é fim de semana. Ultimamente queria que não houvesse esta pausa de dois dias. Adoraria trabalhar ininterruptamente, tudo para não sentir essa saudade que me corta ao meio...

quinta-feira, julho 17, 2008

Te mexe!

Antes era porque era longe, era caro, era incompatibilidade de horário, era muita gente. Agora não tem mais desculpas. Sou, realmente, uma relaxada e preguiçosa. Uma academia completíssima, novinha, sem ninguém, a um dedo do botão do elevador e, em três semanas, tudo o que fiz foi caminhar 20 minutos na esteira. Tá, corri 5 deles. Mas quase morri, é claro. E minto pra mim mesma que quando o verão chegar vou nadar todo os dias. Aham.

quarta-feira, julho 16, 2008

Está bastante complicado o ar seco para esta alérgica aqui. Tive uma noite terrível, em alguns momentos achei que morreria sufocada. A solução foi a clássica: bacia de água ao lado da cama. Mesmo assim, sinto que tem um gato com unhas afiadas na minha garganta.

Mas depois desta noite mal dormida e sem ar, acordar com estas palavras em forma de mansagem, me fez esquecer de tudo. E ter a certeza de vale a pena.

"Acho que todas as pessoas no mundo estão procurando o amor verdadeiro. E é por isso que me sinto tão feliz pq Deus te colocou na minha vida. Te amo para a vida inteira".

terça-feira, julho 15, 2008

Um banquete pra Filó

Casa nova sempre me traz o mesmo problema: a vontade de ter um cachorro. E é incrível como sempre parece absolutamente fácil e tranquilo ter um. Hoje à noite vou consultar o regulamento do flat. Para amanhã ouvir um xingão e um não bem grande por estar com esta idéia maluca na cabeça outra vez.

Pinel

No telefone, falando com o Robson arte-finalista, achando que estava falando com o Robson cliente, mandando um e-mail para o Robson arte-finalista, que foi por engano para o Robinson meu pai.

Confissões de adolescente

Preciso confessar, assim como já fiz para algumas pessoas: estou assistindo Pantanal. E por pura rebeldia. Sempre que a trilha toca, volto à minha infância, oito anos de idade, na seguinte cena: eu, no meu quarto, escutando ao longe os tuiuús. Proibida de ver tv após as oito da noite, ainda mais cenas com mulheres e homens nús fazendo sexo, assistir Pantanal escondida era o símbolo máximo da desobediência e rebeldia. Talvez por isso tenha dormido tantas vezes na casa da minha amiga que tinha televisão no quarto. Agora, sozinha em casa, grito: "Mamanhê, papaiê, tô assistindo Pantana-aaaal". Com a maior cara de quem está fazendo arte. É.

Mas ainda falando em Pantanal, me passou pela cabeça ontem um remake, ao invés de reprise. Impossível. Queria ver achar um Zé Leôncio ou um Juventino que não sejam sarados. E o mais impossível ainda: alguma atriz sem silicone. Impossível. Melhor reprisar.

segunda-feira, julho 14, 2008

Na quarta-feira fomos presenteados com um delicioso feriado de sol e calor. E, como verdadeiros turistas, fomos até o centro de São Paulo conhecer os mais tradicionais pontos daquela região. O que me fez agradecer ter estreado o metrô paulista acompanhada, pois tenho certeza absoluta que iria parar em qualquer outro lugar que não fosse aquele desejado, se estivesse sozinha.

O centro de São Paulo não é nada diferente do de Porto Alegre, em suas belezas e mazelas. Exceto, é claro, o movimento em pleno feriado. Mas o passeio foi bom o suficiente para que eu não tenha vontade de voltar lá tão cedo. Minha neurose não permite. E o pavor ao entregar a câmera fotográfica para registrarem nosso momento turístico!? Tinha certeza de que ela não voltaria às nossas mãos. Na verdade isto é uma pena, pois adoraria voltar ao Bar da Brahma em outra ocasião.

Depois desta aventura, rumamos ao Ibirapuera. Nós e todos os milhões de habitantes desta terra paulista. Digo isto porque, considerando o tamanho monstruoso daquele parque e as pessoas conseguirem se bater para caminhar, é porque a situação estava crítica. Não entramos na exposição Bossa na Oca, como o planejado, mas rumamos ao auditório meia hora antes de começar um belo show, que aconteceu no palco externo, com abertura para o parque: Homenagem a João Donato, orquestrado e também cantado por nomes como D2, Adriana calcanhoto, Fernanda Takai, Marcelo Camelo e Bebel Gilberto. Melhor do que o show, foram as centenas de pessoas sentadas no gramado, em silêncio, contemplando o espetáculo que começou pontualmente às 17 horas. Um cenário cujos meus pensamentos mais otimistas jamais foram capazes de vislumbrar. Pena que o frio expulsou os dois gaúchos fiasquentos mais rápido do que gostaríamos, assim que o sol se pôs.

Este feriado fechou com chave de ouro a rápida passagem do meu amor por estas bandas do sudeste. Que, de tão boa, me fez passar o primeiro sofrível fim de semana de saudades.



















Viaduto do Chá















"Alguma coisa acontece no meu coração/que só quando cruza a Ipiranga com a avenida São João".







Era para os cisnes estarem nesta foto... :p















E a câmera voltou para as nossas mãos...














Aqueles pares de meia em cima do sofá são de chorar.

sexta-feira, julho 11, 2008

O praço que se paga por estar morando em SP: R$ 1,95 o litro de leite.

terça-feira, julho 08, 2008

Gaúchos, me ajudem.

Definam:

"Bah, ele é tri fazido".

Juro que tentei explicar o que significa isso... não consegui. No máximo: "é um cara que se faz".

Querido diário

Domingo, meu amor enfim chegou a São Paulo. Por aqui continua um tempo lindo, sol e calor. Já faz 11 dias que moro por estas terras e começo a me questionar onde está a famosa garoa. Mas fico feliz por ela estar bem longe.


Definitivamente cada dia me apaixono mais por esta cidade. Domingo, querido diário, saímos para passear no fim da tarde. Fomos parar na Vila Madalena, neste bar. Não era mais do que seis horas da tarde. Samba rock ao vivo, chopp gelado, muita gente bonita e o principal: vestidos para passear no domingo. Balada de tênis é sensacional. Resultado: chegamos em casa acabados e bêbados antes do Fantástico começar.


E amanhã é feriado. Muitas programações, inclusive comparecer à exposição e aos shows comemorativos aos 50 anos da Bossa Nova, no Ibirapuera.


Enquanto meu amor estiver por aqui, a saudade não aperta tanto. Mas estas coisicas aí estão fazendo uma falta tremenda...



sexta-feira, julho 04, 2008

Melhor notícia para uma sexta-feira: GANHEI UM FERIADO!!!
A próxima quarta é feriado em SP. Melhor que isso!? Meu amor estará aqui.

quarta-feira, julho 02, 2008

Cá estou eu...

... no terceiro turno. Giesen, manda uma pizza aí!

Antes falei do perigo da maquininha com capuccino e chocolate quente ao alcance do meu dedo. Descobri que, pior do que essa, é a de cerveja...
Estou com sérios problemas com a televisão. Ela fica na sala, o que é um desastre. Não consigo dormir sem a Tv estar ligada e o timer devidamente acionado, então fico horas rolando na cama até conseguir pegar no sono. Fora que assistir filme num sofá duro de dois lugares é tão desconfortável quanto poltrona de avião. Preciso de uma TV wireless urgentemente.

terça-feira, julho 01, 2008

Enquanto isso...

As bochechas que o digam

Um perigo essa máquina com capuccino e chocolate ao alcance do meu dedo...

Querido diário

(Tenho ordens expressas para atualização constante do blog. Na falta absoluta de inspiração para um texto inteligente, a saída é o título que segue).


Cheguei em São Paulo, eu e meus 35 kg extras de bagagem (total 58), na quinta-feira, depois de duas horas de atraso no vôo. Não sei o que era mais patético. Minha sacola de almofadas e ítens frágeis de decoração + valise de perfumarias + mateira + pasta de documentos + bolsa + casaco à bordo, ou todos estes ítens mais as quatro malas e a caixa no desembarque. Ou, ainda, descer a rampa de Congonhas equilibrando tudo isso num carrinho. Ou, para piorar ainda mais, descer do táxi e subir esta quantidade absurda de tralhas para o flat.


Querido diário, você deve estar se perguntando para que tanta tralha. Explico me redimindo que sou uma mulher e então, além das roupas, preciso de pelo menos uma bolsa de cada cor. E, para cada bolsa, pelo menos um sapato. Se preciso da chapinha (que usei duas vezes), preciso também do secador. E se estou indo para uma casa nova, tenho que deixá-la ao menos um pouquinho com a minha cara e aí então você pode contar porta-retratos, penduricos, almofadas, etc etc etc etc etc. E para livrar ainda mais a minha pele, quero que saiba que separei minhas coisas em: não vivo sem, vivo sem por duas semanas, não vivo sem mas não uso no inverno, não vivo sem não uso e não ou pra ninguém. Todas as que não estão comigo, virão com o moreno aos poucos.


Bom, voltando. Cheguei ao flat e me deparei com um lugar bem bonitinho. Meio sujinho também. Mas nada que uma "ajuda de custo" para a camareira não resolvesse. Sala, cozinha americana, banheiro e sacada. Arrumei os ítens prioritários, é claro: tirei os quadros horrorosos da parede, pendurei meus cacarecos, arrumei outros tantos e, já morta, fui tomar banho. Primeiro perrengue: chuveiro queimado. Alguém poderia imaginar que um flat teria um chuveiro queimado? Pois é, nem eu. A solução foi a clássica: esquentar a água na panela.


O dia seguinte foi o meu primeiro dia de trabalho na agência. Nem vou dizer o quanto o trabalho, as pessoas, o cliente e tudo o mais, são melhores do que eu poderia imaginar. O que me surpreendeu é a cordialidade, a educação e a receptividade dos paulistas. Quem dera os gaúchos soubessem receber assim. Sensacional.


Sábado, querido diário, foi dia de arrumar a casa, comprar o chuveiro (sim, ainda estragado), ir ao supermercado (há duas quadras de casa) e me vestir de ET. É, porque foi o que aconteceu. Fiz meu chimarrão e fui caminhar pelo meu bairro, curtindo o solzinho de 25 graus. Não teve uma pessoa que não me olhasse como se eu fosse um ser de outro planeta. E preciso dizer que morar no bairro dos sapatos baratos é uma perdição. Começando pela sapatilha que agora veste meu pé.


No domingo, querido diário, não senti a menor falta de Porto Alegre. Pela companhia, pelo sol, pelo belo parque. A Kelen, (a trabalho em SP) e eu fomos ao Ibirapuera. O ponto de encontro, pois vínhamos de pontos opostos da cidade era o MAM, pois queríamos ver uma exposição. Ambas chegamos a mesma conclusão: infelizmente o paulista não conhece os seus museus. Impressionante. Ao perguntar para que lado do parque ficava o MAM (o Ibirapuera é gigante visto de cima. À pé, são quilômetros!!!), me olhavam como se fosse a primeira vez na vida que tinham ouvido sobre isso. Ou pior, me apontaram todas as direções, pontos cardeais e colaterais, o que me resultou numa bolha do tamanho de uma moeda de um real. Mas enfim, chegamos mortas ao MAM, para constatar que não havia exposição. Mas valeu o passeio. E valeu a camuinhada de volta, no sol de trinta graus, e o almoço delicioso com música ao vivo, já em Moema. Eu já estava em casa. A Kelen estava simplesmente do outro lado da cidade e voltaria tudo de metrô. Já disse o bocado de ouro que ela vale, diário meu?


E este foi o meu belo e primeiro fim de semana em São Paulo, querido diário. Que só não foi mais belo do que será o próximo.


P.s - tão maravilhoso quanto não precisar mais lavar a louça e arrumar a cama.