quinta-feira, janeiro 29, 2009

terça-feira, janeiro 27, 2009

Merchandising


Quer ver a Vide Bula no Caldeirão do Huck?

Então visite o link abaixo e vote:

http://www.8p.com.br/olhaminhabandadepoprock/vbcavalheiro/perfil

O meu Big Brother

Fui selecionada entre muitos que gostariam de entrar, em busca de um prêmio muito mais significativo que um milhão de reais. Fiquei muito surpresa quando soube que tinha sido selecionada, mais surpresas ainda todas as pessoas que convivem comigo. Contei a elas com um misto de felicidade, surpresa, saudade antecipada, excitação pelo que viria. Precisei arrumar as malas rapidamente, desmontar minha vida e em 15 dias fugir. Deixei-os com muitas lágrimas nos olhos.

Faz sete meses que estou confinada no meu Big Brother. Passo pelo paredão algumas vezes, momentos estes em que meu coração deveria também ser monitorado, pois bate alegremente por dias inteiros. Este é o momento em que posso ver meu amor, minha família, meus amigos. No meu BBB, além de vê-los, posso tocá-los, uma regalia pelo tempo de isolamento. Depois do paredão, volta tudo ao normal. Meus dias infindáveis de confinamento.

Aqui tenho provas diárias. Trabalhos desafiadores, preciso de um colar de líder por dia. Às vezes ganho colares da imunidade de anjos queridos, alguns jantares, encontros e momentos descontraídos. Tenho também a prova da comida, onde a nítida sensação é de que as estalecas não serão suficientes pros preços elevados e que mudam constantemente. Às vezes resta a xepa, outras as regalias. Altos e baixos é normal.

Tenho espectadores pra conquistar. A qualquer momento eles podem ligar o 0300 e solicitar a minha saída da casa, às vezes faço por merecer. Outras tantas, tenho certeza de que me defendem. Então preciso sorrir mesmo que não queira, ou encolher o riso pra não magoar. Faz parte do jogo.

Tenho problemas de afinidade, sim, como em qualquer Big Brother. Meus maiores adversários são as jogadoras Razão e Emoção. Uns dias me relaciono melhor com uma, outros dias com outra. Tem dias que não quero falar com nenhuma delas, então me escondo debaixo do edredon. Prefiro o silêncio a dar satisfações. A Teimosia também está confinada aqui e vez que outra batemos longos papos.

Chegaram há algum tempo companheiros que eu não conhecia, eles estavam numa casa de vidro. São eles o Amor, a Troca e a Condecendência. Passei a conversar muito com eles, mais do que já tinha conversado até então, pois por vezes nem tomei conhecimento de suas existências. Percebi que serão grandes parceiros da Emoção e decidi, pelo meu bem, me aliar a eles pra vencer este jogo.

Atualmente o maior adversário é o grupo da Razão. Nele estão a Solidão, a Distância e o A Qualquer Preço. No início a Razão me dominou, achei sua estratégia de jogo bem mais promissora. Mas hoje percebo que neste jogo todos são fortes, a questão é que estão em lados opostos. E estamos neste embate. A cada paredão deixo o grupo mais fraco.

Falta pouco para acabar o confinamento quando, enfim, a Emoção e eu estaremos na final e correremos, juntas, para abraçar a todos, ganhando ou não. Dependerá do ponto de vista que você quiser ver. Não me interessa a vitória concreta, quando for para terminar este jogo, quando for a hora certa, ele terminará. Meu prêmio eu continuarei sempre a buscar. Mas longe do confinamento.

Vocês poderão continuar espiando. No próximo paredão, disque 0300 e me mande de volta pra casa.

segunda-feira, janeiro 26, 2009

E ela desenhou...

No fim do post anterior, comentava sobre a ironia de que eu, que adoro fazer aniversário, passaria o segundo ano consecutivo em São Paulo, longe de todo mundo, sem ter planejado isso. E precisava que alguém desenhasse pra mim. Ela desenhou, cujo título é: Sempre dá. Agora me digam: como não morrer de saudades?

sexta-feira, janeiro 23, 2009

"Deixa que a tia explica" - já diriam se estivessem aqui...

Ando com a cabeça meio oca. Apesar disso, cheguei a esta conclusão, com desgosto. Mais execução do que penso. Mais operacional, menos estratégia. Faz tempo, aliás, que não fervo os miolos pra pensar. Solução? Alguns novos livros, muitos artigos pesquisados na internet e menos internet inútil. Talvez volte a ser aquela com inteligência média e não esta falta de inteligência.

Aliás, esta conclusão da cabeça oca partiu do último Saia. Tá certo que a Márcia é uma referência fora dos padrões, mas pelo menos ouvir a palavra "Adorno" me fez lembrar que um dia, há quatro anos atrás, deixava a faculdade e, em algum momento, li e estudei este autor. Mas o que restou aqui? Apenas uma vaga lembrança de um nome. Por que minha memória é tão seletiva assim? Ou já parto para um passo além, memória emburrecida? Como posso me esquecer daquilo que estudei um dia? Ok não lembrar da fórmula de báskara, mas ao menos Adorno, Umberto Eco e Kotler deveriam estar mais presentes. Priscila, a que guarda nos miolos apenas coisas inúteis.

Já ia esquecendo - viu!? - de um dos temas discutidos neste mesmo programa: a Ironia. O que leva as pessoas a dizerem alguma coisa o contrário do que realmente querem dizer, esperando que o receptor entenda!? Sempre fui péssima para ironias. Não as entendo e não sei usar deste artifício. Pior do que isso! Ironias sempre me chatearam e se pode ser ainda pior, praticamente, senão todas as minhas amigas são ferozes experts nesta técnica, deixando os diálogos, de forma perspicaz, mais divertidos e apimentados. Fui desprovida deste talento e o que sempre me resta é a cara de tacho até alguém me explicar a piada. E, além disso, precisar que alguém explique a piada é horrível. Portanto, a cada ironia, duas mancadas. Definitivamente, as odeio.

Falando em ironias, 10 pra 27, dois seguidos em São Paulo. Não entendi de novo. Alguém vai ter que explicar e desenhar pra mim antes que eu chore.

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Espero que ela tenha me ouvido...

Previsões

Os finalistas do BBB serão: Francine e Max.

terça-feira, janeiro 20, 2009

Enfim, é hoje

No mundo dos negócios, o ano ainda não começou. Todos esperavam ansiosamente por hoje, o dia 20 de janeiro. Data em que Obama tomará posse não só como presidente dos EUA, mas do título de milagreiro do mundo. Acho que todos estão confundindo um pouco as coisas. Ele é apenas alguém carismático e, até onde sei, ainda não á capaz de realizar milagres. Se otimismo resolvesse crises financeiras, a Pollyanna aqui estaria muito, muito rica.

Bom, Sr Obama dos Milagres ou não, só por tudo o que ele representa, já é por si um dia de festa e de agradecer. Erguer as mãos aos céus pelo Bush, enfim, levar um pé na bunda. E esperar o que virá pela frente.

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Acabou a abstinência

Sabemos que é janeiro quando toca RPM depois da novela e eu começo a me coçar.
Para quem é novo por aqui, pode esculachar, mas sou viciada em Big Brother Brasil. Aos mais velhos e meus amigos, podem fazer idéia do quanto estou surtando: NÃO POSSO COMPRAR O PPV!!!

Há três BBBs, durante três meses, não desgrudava da televisão, saciando meu vício vouyer, só não nas 24h do dia, mas bem que gostaria. Já passei noites em claro assistindo uma prova de resistência. Já deixei de fazer programas por causa de uma final ou um paredão bombástico. E agora, logo agora, não posso ter o PPV.

Como moro num flat, não tenho direito a comprar programas, filmes ou o que for. Preciso me contentar com o plano coletivo da net. Ou seja, pra mim sobra o programa editado (bem diferente da realidade) ou 20 minutos extras no Multishow. Ou com a globo.com que, cá pra nós, não tem a mínima graça.

O jeito é acompanhar por aqui, que não deixa de ser engraçado.
Daqui a pouco começo a dar os meus palpites. Mas a véia não dá pra aguentar, mais um gaúcho veado para alegrar estereótipos, mais uma Grazi mas agora morena, uma rameira que dá frutas, um véio sem noção, alguns que se acham inteligentes, um negro pedindo ajuda da comunidade. Mas as estratégias psicológicas estão sensacionais desde o início, dividindo a galera no começo pra evitar: "somos amigos, amigos do peito..."

Calma. Estamos no terceiro dia de três meses.

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Só eu...

.... que acho que a Cláudia Raia engordou HORRORES??

Isso reparando na calça jeans (que ela não tira do corpo) que está estourando!
Agora, olhando a foto abaixo, tenho certeza de que não estou louca.


segunda-feira, janeiro 12, 2009

Show de horror

Nunca na minha vida (e não é exagero) tinha visto uma coisa tão bizarra.
Do filme de lançamento do produto, aos participantes, aos colegas de profissão, tudo é absolutamente grotesco e bizarro. E pode ficar pior!!!!: o produto REALMENTE EXISTE

Ô Lasier Martins!! Precisava!?!? Ou é reação retardada ao choque!?

Na cochia

Sabe uma certeza tão certa que a barriga fica gelada?
Minha intuição sequer chega a constestar meus pensamentos. Sinal (aparentemente, é claro) de que estou no caminho certo. Geralmente, quando devo repensar alguma decisão, tenho uma dúvida cruel e um pensamento constante que diz: "não é isso". Acredito muito, demais na minha intuição. E raramente ela me traiu.

Desta vez, sequer chego a pensar. É decisão e pronto. E isso me faz sorrir. Muito. E espanta a tristeza aqui, tão presente, em meio a solidão. Minha cruel, atual e nova companheira.

Esta certeza não faz parte do meu complexo de Pollyanna. Aquele que irrita minhas amigas. Aquele jogo do contente que me faz, inclusive nos momentos mais adversos, acreditar na felicidade e sorrir, afinal, nada é por acaso, estou aqui para aprender. E aprendi. Não sei de onde vem esta Priscila que não reconheço. Mas está aqui, pulsando no meu peito. Uma Priscila virada em amor puro e verdadeiro. Jogando o jogo da vida.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

E pra completar...

ACABEI DE ME LEMBRAR QUE ME ESQUECI DA CUIA E DA TÉRMICA NA PRAIA!!!!!!!

Nada pode ser pior.

ESTOU INTRAGÁVEL

Tô num mau humor insuportável e infernal. Queria me desligar hoje à noite e só religar na segunda-feira. Ou então um tele-transporte até o sul. Não pode existir nada pior do que estar num lugar que você não queira. Sendo que onde você quer estar está muito, muito melhor.
Alguém me dá uma carona até Atlântida, por favor? É só um pequeno desvio do caminho... :P

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Até do meu cachorro eu morro de saudades...

Buster, meu cachorro de bolso (onde só cabe a unha dele)

Tava aqui pensando...

Eu tenho orgulho de ser alguém que releva e perdoa sempre, incondicionalmente. Até hoje, só me fez mais feliz e não me julgo idiota por isso. A gente planta o bem para colhê-lo de volta. Sempre. Às vezes é que os outros podem esquecer disso, e não ser a sua essência, apenas um problema passageiro. E quem disse que eu também não ocupo este lugar?! Por mais que muitos não concordem, esta sou eu. Aquela com pouca ou nenhuma memória para as coisas ruins.

terça-feira, janeiro 06, 2009

A saga do peru

Sou de lua até para fazer malas. Já fui muito objetiva, na época em que viajava a trabalho. Uma valise destas de mão, com uma muda de roupas, um par de sapatos e itens de higiene bastava para uma viagem de dois dias. Já exagerei, como na viagem a Buenos Aires, uma escada de trinta degraus para chegar ao hall do hostel e uma mala maior que eu. E já fui modesta, na viagem ao Uruguai, dividindo o porta-malas de um celta com outras 3 mulheres e uma passagem pelo Chuí.

Mas desta vez bati todos os meus recordes de insanidade.

Comentei por aqui que ganhei, de veículos e agência, muitos perus, tenders, lombos e chesters. Que foram recebidos com alegria para as ceias de natal e ano-novo, uma economia para o bolso aqui. O problema é que a bicharada congelada e eu estavam aqui, e as ceias a 1500km. Contei com a solidariedade do freezer e do isopor do chefe até a data de levá-los pro sul. Onde começa a saga do peru.

No sábado de manhã, antes de viajar para Porto Alegre e na expectativa de 17 dias fora de casa, me vi com praticamente todo o guarda-roupa em cima da cama. Tentei racionalizar. Bastava coordenar as peças, o quê combinava com o quê, com par de sapato tal. Impossível. Tudo parecia absolutamente necessário, afinal de contas, provavelmente teria 4 estações num dia só em cada um deles, além de natal, ano-novo e praia. Eu precisava de todas aquelas roupas e sapatos espalhados pelo quarto.

Na sala, estavauma cesta de natal que pesava 11kg. Na casa do chefe, um isopor com 19 kg de peru dentro. E ainda faltavam os presentes. Na prática, já estava absolutamente estourada nos 23kg que teria de direito na embalagem de sardinha da Gol.

Voltei para o quarto. Comecei a arrumar as malas. Separei uma pequena para as calças e os sapatos, com a pretensão de levá-la na mão e pagar menos excesso de bagagem. Roupas, roupas, roupas, roupas, presentes, bijus, itens de higiene, maquiagens, mais roupas, toalhas, chapéu, ufa. Sentei em cima da mala. Não fechava nem pulando em cima. Tirei tudo de novo. Olhei pra todas as roupas. "Ah, precisa mesmo destas 25 blusinhas?" Precisava. "E destes 9 pares de sapato?" Óbvio. A própria centopéia. Bom, tirei 2 das 9 bermudas, 1 vestido, 2 blusas, 1 calça jeans. Ainda assim ficaram as 4 bolsas. Suei, mas a mala fechou. Com toda a força que não tenho, levei a mala até a sala e constatei ali: uma cesta de natal, uma mala gigante, uma mala pequena, duas sacolas, uma bolsa e ainda teria um isopor. E eu. Somente eu. Incapaz de raciocinar que aquilo ali, além de ridículo, era praticamente impossível de transportar.

Vou encurtar a parte de segurar a porta do elevador, esquecer de ter usado o de serviço, continuar trancando o elevador porque esqueci da bolsa, fechar a porta, descer até a recepção, o olhar de chocado do taxista, a mala caindo em cima do pé, entrando no táxi, um trânsito infernal para buscar os perus, pegar o isopor (infinitamente maior e mais pesado do que eu poderia supor) e ir para Congonhas num trânsito mais infernal ainda.

Retomamos a saga quando estava eu, podre dentro do táxi, rezando para chegar a tempo em Congonhas. Não para pegar o avião. Para pegar o ônibus (!) que me levaria a Guarulhos. Era 12h30min. Meu vôo era as quinze pras cinco. Foi só o carro parar para eu sair correndo com as sacolas, o taxista tentando segurar minha mala, eu voltando pra pegar a malinha, o taxista cambaleando com os perus. Ainda deu tempo de pagar a corrida, a gorjeta e sentar esbaforida no ônibus. Chegando em Guarulhos, uma hora depois, é óbvio que tudo não coube num carrinho só. Quero que imaginem a coordenação em pessoa empurrando sozinha dois carrinhos aeroporto afora, inclusive na fila do check-in. Ah, o check-in...

Uma fila imensa depois, fui parar num guichê de um simpático e falante rapaz. Já cheguei com um sorriso friamente calculado, que poderia valer generosos descontos na pesagem da minha pequena bagagem. A esta altura do campeonato meus braços, principalmente o direito, já estavam em estado de miséria. A balança foi implacável: 59kg de bagagem e prejuízo à vista. Muitos cálculos depois, meu prejuízo era de R$ 145,00. Aproveitei o fato da mentirosa cantada sobre a foto bonita da identidade para o charme infalível que homens idiotas caem: "Ah, não rola um desconto de natal? Estou à serviço do papai noel...". Um sorriso depois, a máquina do cartão acusava R$ 85,00. Sorri e agradeci silenciosamente. O rapaz etiquetou vagarosamente cada uma das malas, não sem antes destruir a fita tape que embalava cuidadosamente o isopor (era preciso conferir a mercadoria) e meus pedidos encarecidos de que embalasse tudo depois do mesmo jeito que estava. Quando uma abençoada alma passou atrás dele dizendo: "Fulano, não esquece que liberaram 40kg". Soou como música. Ele me olhou atônito e eu, com um sorriso de orelha a orelha. Mais uma vez num gesto de pura solidariedade (:P) o rapaz foi atrás da máquina para estornar o pagamento. Estava sem bateria. Foi carregar. Voltou. Não sabia a senha. Foi atrás de quem sabia. Acabou a bateria de novo. Recarregou. Enfim. Uma hora depois de eu ter estacionado os dois carrinhos no balcão, me livrei daquela tralha toda, agradecendo o rapazinho que fez meu sorriso valer R$ 145,00, sem ter pago 1 real por excesso de bagagem.

Chegando em Porto Alegre, esperei tensa na esteira toda a muamba. Passei toda a viagem pensando se teria forças para levantar sozinha os perus. Esperei. Esperei. Esperei. Passaram todas as malas do mundo. Matematicamente era impossível que, aleatoriamente, nenhuma bagagem minha tivesse passado. Gelei. Tava aí a explicação para o desconto: extravio. Esperei mais um pouco. Quando surgiram na esteira todas as malas e um isopor partido em mil pedaços e os perus pra fora. Mas ainda duros. Tá, chega de trocadilhos imbecis. Ergui do jeito que pude o que restava do isopor, conferi se tava tudo ali e saí, enfim, salão afora, pronta para entregar nas mãos de quem fosse aquela tralha toda. E ali estava apenas a minha mãe, que dispensou todos, dizendo ser desnecessário mais alguém. Ainda precisei içar tudo para dentro do carro e para a volta restaram as malas e sacolas "apenas".

O quê? Você vai ler o fim deste post? Parabéns pela paciência e persistência. o fim é sem graça, mas fiquei dois dias sem conseguir mexer meu braço direito, não é fácil ficar levantando assim. Mas os perus foram devidamente distribuídos e devorados no natal. Valeu a pena. Agora tenho uma história de natal pra contar.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Levanta o pezinho... isso, preciso passar a vassoura neste pó que se acumulou por aqui. Isso não deveria ter acontecido, já que estes 17 dias passaram voando, ou com a chuva dos últimos dias na praia. Por que ninguém avisou que nos meus 21 kg de bagagem (sem contar os perus, isto virará um post à parte) deveriam ter casacos, blusões e mantas!?

A única coisa que quero é que 2009 seja proporcional a estas férias: completas. Amor e carinho da minha família, do meu amor, dos meus amigos. Diversão, tranquilidade (já sem trema), conversas jogadas fora, boas e infindáveis risadas. E que o destino me leve para onde meu coração mandar. Será ele o meu dono em 2009.
Amasso na vovó
Michael Vovô Phelps

Meus pais
Amigo secreto. A distância é sempre apenas um detalhe. Como podem me fazer rir tanto!?
Praia na versão gaúcha
Praia versão ressaca
2009. O nosso ano.
Três partes da fábrica...

... uma só fôrma de nariz...

... mas três formas de sorrir para o novo ano.

Acabaram as férias, mas apenas uma de muitas que virão pela frente, em que estaremos todos juntos outra vez.