quarta-feira, dezembro 23, 2009

2010 será um ano de muito trabalho.

Ano de Copa do Mundo.

Ano de eleições.

Ano de empresas se recuperando de uma pseudo ou uma real crise.

Ano que encerra uma década.

Ano de estabilidade.

Coisa chata já ter rótulos para um ano. Quero mais é que ele seja inesperado de tão bom como foi 2009.

Fui-me de férias. Digo, fomos. Ilha Grande depois de amanhã. Rio de Janeiro pro reveillon, entre amigos e com ela. Quero conseguir uma única proeza: fazer uma tomada feliz. Desligando tudo.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Como foi bom voltar pro palco. Tão bom que se eu escrever vai ficar bem piegas do jeito que eu não gosto. Quando tiver as fotos, trago pra cá. Ah! e obrigada aos todos os merdas que ouvi, a todos que me abraçaram ou enviaram parabéns, às minhas parceiras de palco que me receberam de braços abertos e me apoiaram muito, inclusive oitos antes da cortina se abrir. Bom demais.
O Volnei disse que eu fico estranha antes e depois, já que pra ele foi tudo novidade. Fico, sim. Talvez porque quando tô envolvida com o ballet, seja um dos únicos momentos em que estou absolutamente focada, equilibrada e disciplinada. E essa referência estava fazendo falta.
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Buenas, falando em foco... acabou a função de espetáculo e agora só consigo pensar na lua-de-mel e nas férias... Angra, Ilha Grande, RJ. Passagens compradas, pousadas reservadas, passeios, noite da virada, amiga parceira, preparativos, onde deixo a Socorro, enfim.
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Mas tem a tradicional correria. Quinhentas coisas pra fazer e fazer dar tempo antes do recesso da agência. Campanhas de natal e de verão. Planejamentos para 2010. Ajeitar a verba do cliente em planos inovadores. Tudo aquilo que é meu dia-a-dia apaixonante.
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Ah! e tem o natal. A preocupação com meu avô que vai pra cirurgia, a minha avó que está dodói, a ceia da família, os presentes, tentar colocar fora as coisas que não preciso antes do ano novo, as metas, as manas, os pais, o irmão, a enteada, o marido, a casa...

Pra dar conta de tudo? O tal foco aquele. Desafio de trazer ele do palco pra correria do dia-a-dia, sem esquecer a coreografia, com figurino impecável, maquiagem intacta, em forma, no eixo, com humildade, com sorriso no rosto, generosidade em cena, consciente que se errar é ruim mas acontece. Tudo em busca de um grand-finale. Para recomeçar tudo outra vez.