sexta-feira, janeiro 15, 2010

Enfim, registros das férias
















Decidimos passar nossas férias-lua-de-mel em Angra dos Reis, mais especificamente em Ilha Grande, com escala no Rio de Janeiro pro reveillon. Acho que as fotos falam por si: lá é o paraíso.

Descansamos, vimos peixinhos listrados, mar ora azul turqueza, ora verde esmeralda, comemos e bebemos bem, tivemos o prazer de viver por dias num lugar em que não entra um carro sequer, estivemos entre amigos, enfim. Cada segundo destes 9 dias valeu a pena.

O susto é que deixamos Ilha Grande 24 horas antes do desastre do ano-novo e com isso recebemos muitas ligações e sms de amigos, familiares.
Seguem registros:
Saímos de POA às 9 da manhã. E a trip foi grande:

POA - RJ de avião. Aeroporto - rodoviária de táxi. RJ - Angra de ônibus. Angra - Ilha Grande de escuna. Total: 11 horas de viagem até o paraíso.





Em Angra, na escuna, rumo a Ilha Grande.


























Quando tiramos os tênis e sentimos a água fresquinha que vinha do movimento do barco, finalmente sentimos que estávamos de férias.








Como adiantamos nossa viagem em 2 dias, não consegui reservar a mesma pousada para toda a estadia em Ilha Grande. A primeira pousada que ficamos, Isla Plasencia, é o quadro do horror. Umidade, cheiro ruim, sujeira. Não recomendamos. Ainda bem que foram somente 2 (longas) noites.
A primeira sensação quando se chega a Ilha Grande é que estamos dentro de um filme. Uma vila pequena sem nenhum carro, ruelas de chão batido e pedras, casas pequenas e muitas, muitas, muitas pousadas, pequenos restaurantes, artesanato local. Colorida, de luz amarelada, silenciosa, uma delícia. Jantamos um peixe à brasileira delicioso.



















Em Vila Abraão, onde ficamos, não tem uma praia muito atrativa. É mais o centrinho de tudo. Todas as manhãs saem diversos barcos/escunas/catamarãs, rumo a todas as praias/ilhas, nos passeios vendidos por várias agências locais. Cada passeio custa, em média, 50 a 80 reais por pessoa e é melhor escolher por lá mesmo.

Para o primeiro dia, escolhemos a escuna que percorreu a Ilha José Grego, Caxadaço, Dois Rios e Lopes Mendes.



Na escuna














2 horas de belas paisagens e golfinhos até o primeiro destino.







A Ilha de Jorge Grego não tem areia, só pedras e água própria pra mergulho. Além do paraíso embaixo d'água, com profundidade de 6 metros, estrelas do mar, peixinhos de todos os tipos, tartarugas e água cristalina, centenas de pássaros decoram o céu. Beleza de cima a baixo.





Preparado pro mergulho

















Moreno ao mar!!














Caxadaço foi nossa praia preferida. Um pequeno pedaço do paraíso escondido entre as pedras. Do alto mar é impossível supor o que vamos enxergar após contornar as pedras.












Águas transparentes e areia branquinha.
















Ainda é possível escalar as pedras e ter 2 visões: as ilhas ao redor e a prainha do Caxadaço.






Rumamos então a Dois Rios. Esta parte da ilha é cortada por Dois Rios. Lá está também o presídio desativado, onde não tivemos a mínima vontade de ir. Infelizmente a escuna ficou pouco tempo, então não conseguimos localizar a cachoeira que (lemos) existe por lá.










Chegando em Dois Rios.














A criança e seus baguetes se divertindo.






Após Dois Rios, o destino foi Lopes Mendes, uma das praias preferidas pelos turistas. Confesso que não me atraiu muito. É linda, mas as outras superam. Uma praia de areias brancas e finíssimas, com um mar calmo, transparente e quente. São 3km de costa plana pra caminhar. Quando chegamos lá, tinham 4 lanchas gigantescas ancoradas. Pelo jeito, é a praia onde os bacanas e seus muitos empregados vão passar o dia.







Não, eu não estou na piscina.







No dia seguinte, resolvemos nos dar ao direito de ficar ancorados na areia de Abraão. Nosso único compromisso era trocar de pousada (finalmente), tomar cerveja, ler e comer peixinho grelhado na beira da praia.
A nova pousada, L'auberge, é uma graça. Fica na encosta da Mata Atlântica (medo), muito no alto (medo de novo). Quarto confortável, ótimo atendimento, café da manhã ao ar livre, uma delícia.







Vista da porta do nosso quarto.















Meu ogrinho tentando pegar um guaraná. Pegou mais do que isso: a porta do frigobar.








No quarto dia, bancamos de bacana e fomos num passeio quase exclusivo de catamarã pra Ilhas Botina em Angra, onde almoçamos numa ilha ali por perto, Lagoa Verde e Lagoa Azul, consideradas as praias mais paradisíacas da Ilha Grande. Infelizmente à tarde começou a chover, o que comprometeu um pouco o passeio. Mas não muito. Realmente um lugar mais espetacular que o outro. Fizemos amizade com um simpático casal de 60 anos que me fez pensar que quero me aposentar com condições de fazer o mesmo que eles: andar o mundo todo com o único compromisso de viver a vida.





É impossível se coordenar pra fazer uma foto a dois embaixo d'água.














No catamarã













Ilhas Botina e um pequenino temporal. :P








No nosso último dia em Ilha Grande, fomos de Táxi Boat (ótimo isso) para Abraãozinho, uma praia próxima à vila. Bacaninha, mas nem perto dos paraísos que vimos.

















No dia 30, enfim chegamos ao RJ. Abaixo de uma chuva de balde que só parou no dia 31, horas antes da virada. Ficamos hospedados na casa da Kelen, que nos acolheu, nos aguentou e nos guiou nos dias que viriam. A gente encheu o saco dela. Aham.

Passamos o reveillon na Barra, numa festa ótima que reuniu cariocas, gaúchos, goianos. Novos e velhos amigos, inclusive a Mona, que adora se esconder no Rio de vez em quando.
Desistimos do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar porque o mundo inteiro estava no RJ e esperar em filas não fazia parte do roteiro de férias. Detestamos passar trabalho. Portanto, enfiamos a Kelen em todos os táxis que podíamos.

Passamos um dia na praia no Leblon, outro na Barra, tomamos caldos e mais caldos no (desculpa) horrível mar do Rio, fiz a Kelen e o Volnei caminharem quilômetros em Copacabana porque eu precisava (por que mesmo?) passar na frente do Copacabana Palace, desistimos de ir na quadra do Salgueiro, senti falta de milho verde, gostei do Choque de Ordem na beira da praia, torramos no calor senegalês do sol do RJ. Tudo em ótimas, fiéis e as novas companhias.






Reveillon













AMO. Kelen e Mona.















Barra da Tijuca













Leblon
















Copacabana








E então, enfim, chegamos. Renovados, bronzeados, felizes, amados. Já com saudades de tudo. E repetindo, como todos sempre: "O Rio de Janeiro continua lindo".

6 comentários:

Pri Tescaro disse...

Pri, que delícia de férias-lua-de-mel!
Lugar lindo e companhias deliciosas. Com certeza seu ano será ainda melhor por ter começado repleto de energias positivas.

Beijos

Mônica disse...

ia dizer a mesma coisa que a Pri: delícia de viagem.

Priscila disse...

Pri, pode ter certeza. O ano começou com os dois pés direitos, pra combinar com o ano par. Beijo pra ti.

Mô, recomento MUITO. É inesquecível. Beijo, saudades.

Simo disse...

Bah! Não acho que minhas palavras possam descrever o que sinto ao ler... Bacana! Maravilhoso! Serio... acho que é pouco... hahhaa

To embasbacada....

Jo disse...

PRI

Q delicia amiga!!

Parabéns ao casal. Vcs estão felizes e lindossssssssss morenaços!

Priscila disse...

Sim, sim, sim!!! \o/ \o/ Beijão!