
Sem grandes retrospectivas de 2010. Foi um ano difícil, cheio de desafios, cada dia tive a impressão de que alguém sacolejava a minha vida entre as mãos, como naqueles globos de natal com neve artificial. Agora, ao que parece, terminaram de cair os últimos floquinhos.
Das grandes mudanças: nova configuração familiar, compramos nossa casa própria (casa mesmo, com quintal, dois andares, plantinhas e tudo o que tem direito) e estabilidade profissional. Para 365 dias, digamos que foram mudanças e conquistas desafiadoras.
Não mentalizei nada para 2011. Minto. Só uma coisa: que seja um ano de colheita. Quero que fique tudo exatamente como está e isto carrega uma simbologia gigantesca para alguém inquieta como eu. Não fiz metas de crescimento profissional, não tenho grandes ambições, nem quero mudanças no amor, na família. Quero simplesmente que todos colham tudo o que foi plantado em 2010. O que posso resumir numa palavrinha apenas: estabilidade.
Confesso que nem eu me reconheço e tampouco penso em conformismo. Credito isso à maturidade. E a um alto nível de felicidade. Precisa mais?
Das grandes mudanças: nova configuração familiar, compramos nossa casa própria (casa mesmo, com quintal, dois andares, plantinhas e tudo o que tem direito) e estabilidade profissional. Para 365 dias, digamos que foram mudanças e conquistas desafiadoras.
Não mentalizei nada para 2011. Minto. Só uma coisa: que seja um ano de colheita. Quero que fique tudo exatamente como está e isto carrega uma simbologia gigantesca para alguém inquieta como eu. Não fiz metas de crescimento profissional, não tenho grandes ambições, nem quero mudanças no amor, na família. Quero simplesmente que todos colham tudo o que foi plantado em 2010. O que posso resumir numa palavrinha apenas: estabilidade.
Confesso que nem eu me reconheço e tampouco penso em conformismo. Credito isso à maturidade. E a um alto nível de felicidade. Precisa mais?